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terça-feira, 2 de junho de 2009

Hey! Duas Caras! Não fuja! Tire a máscara!


Quem és tu?! Por um acaso és quem pensa ser? Teu nome?! Teu corpo?! E teu prazer?! Teu prazer lhe permite dizer quem pensa ser?!

Não quer refletir? Por que está aqui? Só por que pedi? Ou quer também refletir? Não quero saber quem é você! Quero saber quem sou eu! E digo o mesmo a você, não queira ser eu, não queira ser seu ídolo, não queira ser quem não é, seja você! E quem é você? Seu corpo? Se perder uma de suas mãos, deixará de ser quem é? João, Maria, Ricardo, José, Luciana, Zé Mané, quem você é? Seu nome? Quem te deu este teu nome? Seus pais? Quem deu a eles os nomes que teem?? Ah! Não quer saber? Não te interessa? Claro, já aprendeu a não se importar com quem você é, muito menos como chegou a ser o que é, a televisão disse... - NÃO IMPORTA O QUE ELA DISSE! - Tem certeza? - NÃO IMPORTA! - Não importa?! Por que não importa o que a mídia diz? Ela não padronizou nossos passos? Por que tomamos o chá da tarde? Não foi por uma cultura copiada dos ingleses? Então, por que a sua rotina é o que ela é? Sabe por que a rotina não precisa dizer pra ela mesma quem ela é? Por que ela já sabe, mas você não, e você quer copiar sua rotina, então sabe o que você é? Uma cópia! Você é só mais uma cópia do sistema para a visão do sistema, um número para o governo federal, uma estatística para a mídia, uma criatura para a natureza, um paciente para o hospital, um humano no mundo carnal, um bastardo para os inimigos. Para cada coisa, cada ponto de vista você é uma coisa, mas e para a realidade? O que você é na sua excência? Seu espírito? Seu corpo? Sua mentira? O que você é para a vida? Como ela vê você? Não quer saber? O assunto está chato? Por que não se ocupa mais da internet e vá continuar jogando e se tornar apenas um player? Assistindo ao relógio hipnotizador da televisão e se tornar uma marionete do sistema, por quê não? Um filho da rotina monótona e intediante. Mas não! NÃO SEJA QUEM VOCÊ NÃO É! Tire "sua" máscara, pois ocultar sua face horrenda só permite que vejam quem não é, e se apaixonem pela falsa face, depois que acharem a verdade, será mais odiado do que seria se não mostrasse a verdadeira face. Então pense no pai homofóbico de um adolescente gay, que irá dizer - Meu filho é um mulherengo! - Quando pelas costas ele é a vergonha do pai. Quem está errado? Quem mente ou quem repudia o mentiroso? Ambos! Mas a não aceitação seguida de revolta é um erro humano, mas a falsidade é um erro soberano, pois te ensina a ser quem não é, e quando aprende a se esconder, nunca mais vai querer mostrar sua verdadeira face, você se acha tão feio perto dos outros e pensa que nunca será aceito por ninguém, mas aqueles que não aceitam, são pecadores humanos que também se escondem, foram padronizados, então, não procure os mentirosos, mas eu...DUVIDO QUE VOCÊ É FORTE O BASTANTE PRA ISSO! TE DESAFIO A TENTAR E ME PROVAR O CONTRÁRIO! PERDEDOR!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

O Tédio


Sabe esses dias e que horas dizem nada? Nem troco meu pijama, eu prefiro estar sempre na cama, sabe por que?! Pra mim, tudo que faço é inútil.
Sentado no meu quarto o tempo vôa, do lado de fora a vida passa e o tédio continua me corroendo, por que eu não saio pra tentar alguma coisa, tentar sair do tédio! Por que?! Não vejo sentido, não vejo motivos quando vejo que tudo é um tédio, não vejo o objetivo.

Cada dia que o tédio entra dentro de mim, ele não pede licença pra entrar, arromba a porta e aqui dentro de mim fica sem nada mudar. Eu até gostaria de tentar alguma coisa, mas qualquer coisa se torna inútil quando vejo depois do fim, tudo que começa tem um fim, todo fim que começa é um tédio, todo tédio é um fim sem um novo começo, toda ausência de começo é monotonia, é repetição, repetição, repetição, repetição, repetição, repetição, repetição, até quando eu ver um fim disso também, quando isso acontecer, haverá mais um recomeço de algo que não começou, vai terminar sem começar, estranho pensar assim, fazer o que se nasci já pensando no fim?! Sei que isso não é de todos, é algo de mim pra mim, quem também for assim, não será como ele pra mim, será como o que eu já sei, pois vivo em mim, isso sim! Isso sim é muito ruim!

Mas então, o tédio entrou, o tédio saiu, o tédio entrou e saiu mais uma vez, a hora que ele se repetir, por favor, me acorde pois quero ver isso de novo, afinal de contas, faço parte dele! E você?! Da vontade de pular de um prédio! Parece que essa é a solução, que este é o remédio - E eis que o fim é o novo recomeço de um tédio sem fim - Não importa, com tanto que eu aprenda a viver assim, o problema maior não está no tédio e sim em mim. Veja só, que engraçado, eu vivo o dia todo alienado de uma mente reprodutora de um raciocínio estranho e louco, mas nunca me deparo com a verdadeira verdade, a onde tudo o que preciso é de aceitar que todo o tédio é toda a diversão, esta é a verdade de quem sabe que quando não pode vencer o inimigo, podemos nos aderir a ele, e assim, vivendo com ele, ser feliz e sorrir com o que nos fazia chorar. É estranho pensar assim, pois um dia nos foi dado o desagrado por tal "objeto", o tédio, o ódio por algo tão complexo, complexo até por não sabermos de onde veio a tal raiva que com certeza sabe de que é feito o tédio e de que é feito suas bases, suas estruturas. A construção desde fantasma é algo tão sublime que me faz pensar em Deus, e o que não faz pensar em Deus?! Por que devo pensar em Deus já que tenho tanto trabalho pra fazer?! Tanta tarefa de casa pra resolver, meus dedos estão cansados e isso afetou meu cérebro, pior, tem atingido a alma, meus desejos foram canalizados de outra forma, agora vivo uma monotonia sem pé nem cabeça, me impedindo de refletir e de ser quem eu talvez deveria ser um dia. Com licença, vou continuar vivendo. Bye

- Saia do lugar pra ver o que deve ser visto, pois ver com os próprios olhos tudo isso, é ser o mesmo monótono ser vivo que não via nada além de um mundo de uma só cor. -

Fantasmas e Humanos.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Viciado


Olá! Nessa postagem eu vou escrever algo nada interessante, mas também nada comum.
Viciados todos nós sabemos o que são. Então, pra ser algo nada comum, com certeza eu não vou dizer o que costumamos ouvir sobre eles, quero dizer algo que não é nem um pouco interessante, pois é também algo nem um pouco agradável. Todo mundo é viciado, sim, todos nós somos viciados em várias coisas, coisas que não conseguimos mudar num piscar de olhos. Vicios são como travas que nos forçam a fazermos apenas aquilo que costumamos fazer e pronto. Quando fazemos, nós vemos o mundo limitado, pensando ser apenas aquilo o melhor pra nossas vidas, tem coisas que são boas e pensamos "pra que eu devo mudar?", e eu respondo "para vermos um mundo mais amplo", conseguir ver o horizonte não é apenas ver o que queremos, mas é isso que fazemos. Aceitar isso não é fácil, apenas dizer que é! Por exemplo, posso dizer a qualquer momento tudo isso e mostrar até a saída, mas se eu não mudar, que diferença as palavras farão na minha vida? Nem uma, então você pensa "uhm, interessante seu pensamento", e eu digo "não! Não é nem um pouco interessante!", ele só se torna interessante pra quem não quer entender as dimenções disso que estou falando, pois se limitar num mundo, ver isto, no fundo de si mesmo saber que é importante saber e mudar, mas nunca! Nunca muda nada dentro de si, não! Isso nunca foi interessante!
Estou dizendo isso pois tenho um vício, uma tradição que me trava e não consigo mudar, eu sei que não é fácil, papo manjado, mas foi feito pra pensar melhor e revê-lo, não pra repensar no que já foi pensado e visto um dia, e num outro, e num outro, e num outro. Nada é novo, mas também, tudo se torna novo pra quem ainda não viveu na pele. Por tanto, qualquer tradição que nos trava de andar, é também uma barreira que nos trava de viver. Sem vida, não há comunicação e sem comunicação não há segunda pessoa no mundo, apenas o "eu", tendo apenas o "eu", há apenas uma visão, e os limites da vida são tudo o que não precisamos pra caminharmos como pessoas que querem avançar um passo a mais.
Escrevo também isto, pois meu vício é algo comum, mas bastante chato, sobre ele não preciso falar, basta apenas que minhas palavras fiquem marcadas com a visão nada tradicional, mas bastante sincera, verdadeira! Eu sempre pensei que a razão fosse algo indispensável, mas talvez eu esteja errado, eu só espero estar errado, soluções são difíceis de ser encontradas e principalmente vividas, mas é preciso parar pra pensar, mas não deixar o pessamento solitário, necessitando de uma nova visão te travar de entender o que é um viciado.

O viciado que vive no pensamento travado, viverá sempre alienado de um mundo que de sangue um dia foi marcado.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Liberdade de Expressão!


Eu gostaria de falar sobre algo curioso. A expressão. Costumo falar muito de expressões, a forma como falamos, eu não sou nem um professor de filosofia, nem tão pouco um estudante dedicado, a única coisa que falo é o que vejo e estou ciente de que todos nós somos em grande parte cegos, não vemos quase nada, ou vemos só o que queremos. Mas tendo esta ciência, eu devo por obrigação ir contra a mim mesmo, para não entrar em contradição e ser sempre a mesma coisa, mas ainda há um pouco de mim até na caminhada de revolta contra o "eu".
Bem, muitas vezes nós queremos nos expressar, muitas vezes nós queremos dizer alguma coisa, porém muitas vezes não dizemos exatamente o que queríamos dizer, isso nos coloca como alguém que não somos diante das pessoas. Sabemos que quando falamos uma coisa, a pessoa que escuta interpreta de uma certa forma, mas ela interpreta da forma que ela quer interpretar, da forma como fica mais fácil pra ela, se ela não entender é porque ela não está acompanhando o raciocínio e formulando corretamente as idéias. Se falamos algo errado, não fica entendido da forma correta e se deixamos passar batido é porque o assunto não nos interessa.
Nem sempre falamos com palavras, as vezes o que dizemos não sai da boca e sim das atitudes, se desejamos falar e não falamos, de outra forma agimos pra dizer, até o silêncio é uma forma de dizer alguma coisa.
O mais complicado nas relações sociais, é que as pessoas muitas vezes não falam pela boca, talvez, eu diria, na maioria das vezes. Não dizem e sim agem, as ações mudas indicam o contrário do que costumam dizer, isso gera uma contradição e faz com que a sociedade se torne um tipo de sociedade sínica. A falsidade do coração das pessoas chega a me comover de tal forma que me deixa aflito, afim de gritar, mas sem voz eu não posso conseguir fazer nada. Não sou ninguém e gritos não servem pra expor uma verdade, apenas mostra um desespero.
Há pessoas que falam de várias formas, umas falam através de músicas, outras através de poesias, mas essas eu classifico como pessoas especiais na sociedade, pois vêem a necessidade disso e o fazem. Mas a maioria das pessoas dizem através das "palavras mudas", não é uma repetição, é uma nova análise, um pouco mais complexa pra mim, vejo meio embaçado, mas estou tentando vê-la. Vejo as pessoas dizendo do que gostam e do que não gostam dizendo de uma maneira pouco convincente, muitos humoristas costumam criar piadas com estas coisas, sátiras muito cômicas que são feitas exatamente por ver essas ações, há muito disso na relação de classes sociais, moda e estética e outros fins.
Cada pessoa se expressa da sua forma, ou melhor, da forma que aprendeu e achou mais conveniente. A palavra muda que me comove, mas me faz desejar entender mais sobre a pessoa, é a "real fala muda", quero dizer, aquela que a pessoa não fala realmente nada, nem mesmo o contrário do que ela no fundo gostaria de dizer, ela não é falsa e sim "muda", oculta dentro de si tudo o que sente, o mundo destas pessoas é fechado, muitas quase impenetráveis. Tenho um desejo de tentar entrar no coração de algumas pessoas assim, pois é como achar uma mina de ouro sozinho, se você achar uma mina de ouro já usada, no caso das pessoas, talvez o "dono" até permita um pouco de espaço para mais um entrar (dono: quero dizer uma pessoa que já conseguiu entrar), mas não será a mesma coisa que achar seu próprio tesouro. A diferença desse exemplo é que não somos objetos, também não sabemos se a pessoa permitirá a entrada de alguém, as vezes é inconveniente ou sofreu algo que ela não gostaria de expor, é como uma ferida que foi feita a muito tempo e ela acha feia a atual cicatriz, acha que qualquer um fará o que foi feito da ultima vez, ou também pode ter medo de viver algo parecido com o que já disseram (isso é mais difícil - pois acredito que todos querem viver a sua própria experiência), ou então há aquelas pessoas que aprenderam a não deixar qualquer um entrar em seus corações.

Muitas pessoas dizem o que não queriam dizer, quando dizemos algo que não queremos dizer, ficamos comprometidos com quem está ouvindo e por nem sempre dizemos através de palavras, ficamos comprometidos sem saber, pois a idéia que temos da "fala" é só a fala literalmente falando, mas não são apenas as falas audíveis que dizem o que queremos e sempre que não dizemos algo que gostaríamos de dizer, ficamos comprometidos diante do ouvinte. Se nos interpretarem mal, então ficaremos mal por não conseguir dizer o que queríamos, mas dizer o que queríamos nem sempre é uma tarefa fácil quando você sabe das reações das pessoas. Por isso é preciso parar pra pensar melhor, mas quem quer parar pra pensar com um tanto de trabalho pra fazer? Com um monte de exercícios pra resolver da escola, um monte de papeis pra preencher do serviço e tudo mais. Se preocupar com essas coisas é coisa de psicólogo - É o que costumam pensar até dizer que "depois é só buscar um psicólogo pra ajudar, num fica tão caro" - Se cada um tentar enteder, muitas coisas mudariam na vida e a vida não tem um psicólogo pra dizer pra todos o que deve ser feito, nem todos têem essas vantagens.

Todas as pessoas dizem mesmo que não digam da boca pra fora, aqueles que dizem que é, não é por dizer que será e sim pelas ações que se comprovará, é preciso analizar os fatos delicadamente. Tirar conclusões precipitadas é também se comprometer como alguém que diz o que não gostaria de dizer.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Bem vindo ao mundo adulto


Quando nascemos, fomos programados a receber muito do que costumo ver como um tipo de cobustível pra manter nossa máquina racional em movimento, mas esse tipo é especial, ela age de forma possessiva, tomando conta da razão e neutralizando a visão. Acho que além de vários problemas de manipulação que ela faz, a pior de todas é a forma de visão limitada que aprendemos a ter, acho que não teríamos, mas temos! Cada ação complexa e racional que temos perante a sociedade é de fato uma forma de mostrar que esse alimento de combustão que nos move em pensamentos é útil, mas se não vemos, então ele não é útil pois o útil nos permite ver, nos permite e ensina a modificar, renovar, já nossos pensamentos não costumam ser renovados. Já quando temos uma "alimentação" diferenciada, embora nós possamos conquistar e manusear na maioria dos momentos melhor nossos pensamentos (quando a razão se torna o ponto principal ou básico), a sociedade nos aparece com 666 pedras nas mãos atirando sem pensar que cada forma de visão é uma forma de visão e não um simples equívoco, desde que se observe que não há travas que nos impeçam de pensar e agir, mas quase sempre há.

Quando paramos pra pensar no ponto de vista de alguém, deixamos de olhar pelo nosso lado, mas nunca mudamos a forma de visão, conflitos diretos são vistos apartir daí, quando vemos e não aceitamos. No ponto de vista fraternal, buscamos analisar a visão de um amigo para tentar ajudá-lo, vendo o que ele de fato quer dizer e o que ele sente, mas é impossível saber sem estar na pele. O desejo que algumas mulheres sentem de querer estar na pele de um homem para saber como é o orgasmo masculino e da mesma forma com homens, é algo que apenas pode-se imaginar. Na fala, a interpretação que temos de um determinado assunto vindo de alguém à nossa vista, na tentativa de capitar ao máximo do que ela fala, no exato momento em que ela fala, uma forma nova é gerada na cabeça do ouvinte, então algo se faz novo. Quando essa fala é revista e analisada, por ser falha a mente humana, vários esquecimentos ou pontos não analisados ou analisados incorretamente são então motivo de intrigas, de contradições, de conflitos.

Desejo de Solução

A solução para isso eu não posso dizer ao certo, pois a mente falha e limitada do ser humano é que confunde e distorce as coisas, a falta de visão. Acho que talvez a solução possa estar exatamente no conhecimento disto, pois quando alguém disser "B" pelo telefone, o ouvinte pode interpretar "D" ou "P", mas o que levará a ambos terem conciência de que ambos possuem esse conhecimento (de que "B" é a letra dita) não é o fato de o falante confirmar a letra dizendo uma palavra com a inicial "B" (como "Bola", "Boné", "Borracha" e etc.) e sim a consciência do falante de que possa haver erros na interpretação do ouvinte. Assim o entendimento chegará, mas quem levará em consideração a sua própria dúvida principalmente quando se tratar de assuntos religiosos ou assuntos que não se resolve simplesmente com uma calculadora que facilita o entendimento e forma unânime sem discuções?!

Lembre-se disto quando me questionar. Estou tentando lembrar que não tenho a verdade, apesar de até agora isso fazer o maior sentido pra mim.

Acho que depende seriamente do desejo de todos, o desejo de interpretar como deve e não como quer।


Porque bem vindo ao mundo adulto?

Simples! Pois crianças aprenderão, adultos já aprenderam: Crianças não costumam se alimentar do veneno da combustão. Adultos se alimentam todos os dias e criam seu próprio veneno que cega. Quando as crianças aprendem, se tornam adultos, ou crianças que se alimentaram do veneno.

Se você entendeu o que eu disse, bem vindo ao mundo adulto!