quinta-feira, 1 de março de 2012

O Círculo do Iníco ao Fim






Talvez, o dia que alcançarmos nosso objetivo, quando entrarmos no verdadeiro climax, talvez, já façamos todos parte da única coisa que nos separou um dia. Vejo o futuro repetir o passado. Vejo museus de grandes novidades. O tempo não para e um dia, talvez, eu me torne novamente parte daquilo que nos expeliu de sua única unidade. - Sinto que não sou tudo, mas sim parte de tudo.



Quando se chega ao climax, o tempo para. As coisas não mudam. As lutas congelam, as batalhas não existem, não há vitórias, não há glórias, não há derrotados, nem o tédio é predominante, pois não há gosto ou desgosto pelo mesmo. Aqui e agora, na nossa vida, a maior questão é o sentido das direções e as direções dos sentidos da vida de cada pessoa. Resuma teu objetivo e tenha a tua resposta visível, mas o que não vemos e não conseguimos descobrir, faz parte do total que nos faz coexistir. - Somos parte de tudo que, talvez, muito talvez, um dia se resumiu em nada. Na tradução da morte, o fim dos sensos.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Maconha


"I wanna love you...!"

Os dois maiores problemas da proibição da maconha, são, na minha opinião, respectivamente o tráfico de drogas e a liberdade de escolha, antes de iniciar, deixo duas perguntas (seguindo minhas próprias respostas) para serem pensadas, em seguida, o texto para análise.

"Pra que um traficante venderá algo que podemos comprar na esquina?"
- nunca.

"Quem é o ser humano para reprimir a liberdade de alguém?"
- um animal lutando para sua sobrevivência numa comunidade.

Em primeiro lugar, antes de falar a cerca desse assunto bizonho de conflitos sociais, gostaria de dizer que não estou aqui para defender, e muito, muito menos ainda para o contrário disso.

Então, deixarei meu ponto de vista e tão somente ele bastará pra finalizar qualquer assunto no futuro que possa repercutir sobre tal tema num futuro diálogo comigo. Em primeiro lugar, quero dizer que há dois pontos principais que se discute sobre isto - O primeiro deveria ser os danos que a droga causa, segundo e mais visado, a sua proibição. Então, se você reparar direito, verá que a ordem das importâncias, na sociedade, não seguem esse padrão, primeiramente o que mais se vê é a sua proibição (que gera o preconceito) e a segunda opção é ignorada. A partir daqui dá pra se concluir que eu estou a favor então da sua legalização? - Não! Ainda não defini nada a este respeito, mas logo vou dizer. Então, vamos por partes, direi na próxima estrofe a respeito da primeira opção necessária de ser analisada, sua causa, que automaticamente vai obrigar a vir a segunda estrofe.

Primeiro - Efeitos e o Preconceito

Os danos à mente, todo mundo já está cansado de pensar que sabe por teorias, mas nunca usaram pra realmente falar a respeito disto, o que não é meu caso e não menos é o caso de eu ser um maconheiro, definitivamente não sou, mas sim, já usei o suficiente pra saber psicologicamente qual é seu efeito (também não estou recomendando que se use para saber, estou recomendando que pense antes de falar). Só lhes deixo "uma" pergunta, se um maconheiro realmente merece ser tratado como doente e desligando-o da sociedade como sendo uma pessoa anormal (que realmente não é normal - de certa forma), então, digam que Raul Seixas só mereceu chegar onde ele chegou pois nunca foi maconheiro. Digam principalmente o mesmo de Bob Marley e sem medo de ser feliz em afirmar isso, e se assim o fizer, vou dizer (mesmo que errado), que você está rodeado de preconceitos. Digam o mesmo de Cazuza, digam o mesmo de Renato Russo, Cassia Eller, Marcelo D2. Poetas radicais? Dane-se o moral bem ou mal, apenas olhe pra estas pessoas e diga que nenhum deles foi maconheiro. Caso reste algum, você deve ter certeza de pensar sobre o que você tem contra a pessoa. O simples fato de usar a droga que pode vir a causar dependência psicológica ou suas religiões, ideologias políticas, ideologias sociais em geral. Saiba definir o que você não gosta sem esquecer de que há o motivo pelo qual não gosta, ou então, pode estar entrando num preconceito de primeira categoria. Considero que haja também preconceitos de 2ª à 3ª categorias e assim por diante, até que se chegue num ponto final onde sempre vai cair no "gosto ou não gosto", mas enquanto ficar no limite da teoria política do assunto, sempre haverá um meio matemático de se lapidar o assunto pra ser melhor compreendido. Não sabemos disso, pois ser humano é complexo, em termos nós nos consideramos animais racionais, está correto, mas não está se nos consideramos racionais animais, como sentimos ser. Somos animais racionais, pois muito antes de sermos racionais, somos animais. Levamos o sentimento muito além da razão e achamos que estamos sendo racionais, a partir daí surgem os preconceitos. É como resolver uma enorme conta matemática, podemos acertar até certo ponto, afirmamos tal resposta parcial, mas a verdadeira e final, esquecemos algo pra trás, não por vontade de ignorar, mas por não notar mesmo, mas a gente se acostuma a acertar tantas coisas no dia-dia, ter tantas vitórias que acabamos por considerar que errar diante de certos momentos é algo que pode estar errado, então, o que fazemos? Afirmamos, daí surgem os preconceitos.

Segundo - Motivação pela ilegalização

Agora, como comecei a entrar no detalhe básico de tudo que é o preconceito (e claro, posso estar exercendo o meu neste exato momento, mas se você ver algo que realmente precise ser corrigido, por favor, me procure e avise sobre o tal que vamos debater, mas peço que leia e releia até que seja entendido o que estou postando). Mas agora acho que já é hora de entrar na segunda estrofe, o segundo detalhe a cerca deste assunto super pertinente para os tempos atuais. Então, a ilegalização do seu uso, considero como sendo algo político. No entanto, sempre haverá quem negará isto enquanto houver preconceito. E por que há esse preconceito? Pois o maior dos motivos é que o governo em parceria com a mídia conseguiu levar a todos o repúdio pelo seu uso. Daí entra a pergunta, por que já não fizeram isto a muito tempo com o alcoolismo? Uma das únicas mensagens de repúdio que se vê (e a principal) é "se beber não dirija". Ótimo, se for beber não dirija, ok, legal, mas não seria mais conveniente proibir, já que tudo o que há de ruim na sociedade é só ir lá e proibir? Então, por que já não proibiram o uso do cigarro? - Como eu disse, considero isso como sendo simplesmente um fator político. Cigarro ainda trás muito dinheiro com impostos (mas está trazendo mais mortes e doenças, o que gera mais deficiência para os cofres públicos), então, agora começaram a proibir seu uso, mas não por completo. A mídia tem a tarefa de culturalizar o povo, que se sente na necessidade de receber informações auditivas, que chegam mais facilmente à compreensão do que a forma de leitura. Então, transformam a maconha numa terrível droga, tão maliciosa quanto o crack e a cocaína, mas o alcoolismo não. - Já está também notando grande número de alcoólatras que espancam mulheres, conflitos nas ruas por motivações mesquinhas, e diversas situações, mas se ela for proibida, sem sombra de dúvidas o tráfico de drogas irá aumentar terrivelmente, desse modo, posso dizer que se a maconha for legalizada, não haverá mais tráfico de maconha? Lógico que posso dizer isto sim, sem medo, se legalizar a maconha, não haverá mais tráfico da mesma, não deixará de haver de crack ou cocaína, mas o receio do governo é de que se for legalizada, ocorrerá um blackout na razão das pessoas, não acredito nem que seja a questão financeira. Imagine você chegar numa loja e for pedir a sua compra, e na hora de lhe dar o seu devido troco, o vendedor começa sem percepção do real, dizer lentamente que está faltando. Imagine você chegar dentro do ônibus e o motorista estar prestes a dormir no volante por ter acabado de fumar um baseado. Imagine como seria complexo amenizar o uso da maconha. Mesmo que fossem criadas regras para amenizar a sua utilização, como está sendo feito com o cigarro, a proibição da propaganda, a utilização em locais fechados, utilização reservada para uso de maiores de 18 anos. Mesmo nestas condições, ela ainda traria uma deficiência nas pessoas que poderia ter consequências absurdas. Então, a resposta final é a proibição, assim, amenizam-se os problemas, certo?

Agora vem a minha opinião...

NÃO! - O tráfico não impede que seja feita a sua utilização em grande escala, mas a maconha, quase sozinha, recebe toda a fama que deveria ter outras drogas ilícitas. Se a sua utilização trás mesmo tanta consequência drástica para os usuários, então, a sociedade deveria primeiro aprender a como utilizar, pois há quem usou e mostrou ser um grande exemplo pra sociedade. Em primeiro lugar, o que deve haver é a conscientização real à sociedade sobre os efeitos, as causas REAIS, não informações deturpadas para sua difamação, pois já houveram e ainda existem bons exemplos de pessoas que sabem dominar o seu uso de forma consciente, inteligente. No entanto, estas pessoas especiais estão muito além da mentalidade da sociedade atual. Elas possuem informações precisas a este respeito. Pelo fato de a sociedade não ter uma mentalidade de consciência a este respeito, por enquanto, ao menos por enquanto, não vou pregar com ênfase a legalização da maconha, pois seria mesmo terrível conviver com pessoas que não saberia direito como poderia ser feita a sua utilização (caso o indivíduo tenha vontade), onde deveriam estar seus pensamentos, como ela deveria olhar a sociedade. A pergunta então fica assim...

A proibição ameniza os problemas da sociedade diante da maconha? Não. - mas deve ser legalizada? Por enquanto, não acho que seria uma boa idéia (mas defendo que sim), só no futuro, com maiores informações e conscientização da sociedade seria uma boa idéia (se é que isso vai acontecer, às vezes sinto que sim - apesar de não parecer), acho que sim. - Se for já legalizada sem conscientização, aos poucos ela (a sociedade), vai se obrigando a aprender com os próprios tropeços. Se for para legalizar, então, primeiro é muito importante haver conscientização de quem controla a mente das pessoas, a mídia em geral. Só ela é capaz de fazer pessoas inteligentes se tornarem tão ignorantes e vice-versa.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Apenas Animais




"Muito antes de sermos racionais, somos completamente animais". - Nino Lih (ou mais alguém por aí).

Hoje (dia 05/02/2012) não foi um dia fácil pra mim, quebrei parte do meu teclado de tanto ódio, raiva causada por minha filmadora que está dando defeito na entrada USB que liga ao PC, ódio por ter perdido tantas vezes no PES 2011 com o CHIEVA VERONA (timinho fraquinho da Itália), ódio por não ter achado a porra da farinha temperada pra colocar na porra do feijão preto pra bater na porra do liquidificador que travou na hora que eu comecei a bater o feijão com água e farinha, ódio por não ter conseguido gravar minhas músicas do jeito que eu queria com a filmadora nos videos que estou editando, ódio por não receber respostas de uma das pessoas que mais gosto pelo MSN quando fiquei atoa o dia todo pra falar com ela, ódio pois meu time (Cruzeiro) perdeu para um da série C ou D, sei lá. Enfim, estou com muito ódio hoje, fui tomar uma cerveja pra tentar acalmar, fiquei bêbado e é assim que estou agora, agora, só uma pergunta pra mim mesmo... - Será que eu não deveria ficar nervoso e ao mesmo tempo triste pois o governo federal não tem auxiliado o desvenvolvimento da educação no país e com isso, cada vez mais ignorantes aparecem para auxiliar na decadência social? Eu não deveria ficar nervoso e triste pois tem crianças morrendo de fome, deve ser tão ruim morrer de fome, deve doer tanto o estômago antes de passar dias sem se alimentar, morte lenta, dolorosa, eu não me lembro de nada disso na hora do meu ódio, apenas quebro os móveis de casa onde considero meus problemas os mais terríveis. - Será que é assim que deveria ser? Talvez seja mesmo, talvez não, mas o fato é que a primeira e mais importante das coisas e que costumo pular, ignorar totalmente é a concessão de valores.

Acho que ainda não entendemos bem o que é dar valor ao que merece ser dado o valor. Você sabe o que faz um deputado federal? Você sabe o que faz um policial? Quem arrisca mais sua própria vida? Quem deveria receber mais? Sério, na boa, estou puto, mas não é exatamente pelos motivos dos quais descreví a cima, estou puto, mas é simplesmente pelo fato de eu ainda não ter descoberto como é que se aprende a valorizar os detalhes, as coisas, a vida, os termos, tudo. Cada coisa tem seu valor, uma palavra rude tem seu valor. Uma palavra branda tem seu valor, uma palavra não dita tem seu valor, tudo tem seu valor, saber qual é maior ou menor é o maior desafio, ainda não descobrimos que o maior sentido da vida, onde um ser humano, que é racional, muito antes de ser racional, é completamente animal, é completamente instintivo, não agimos com coerência diante dos valores, pois não aprendemos a dar realmente valores, criar um computador seria realmente muito mais simples, pois lá você dá valores para sua funcionalidade, ou é, ou não é. Se você não sabe, toda a funcionalidade de um computador é na base de 0 e 1. Aberto ou fechado, ou seja, toda imagem que lhe aparece agora, é formada na base de 0 e 1, nada além disso, os calculos são todos feitos assim, sim ou não. O nosso problema real é que ainda não descobrimos a forma de fazer a ponte entre essas duas dimensões, o mundo lógico e o mundo animal que vivemos. Resumo de cérebro e coração é dado dentro disso, se você agir com o coração, vai matar para sobreviver, se você agir pela razão, talvez, muito talvez, irá ajudar a pessoa morta de fome a se alimentar, pra que ela possa te ajudar a receber mais do que você deu pra ela antes, caso você precise um dia, terá um auxílio dela no futuro, não é questão de amor, é questão de interesses. Invertendo a situação, se você for agir com a razão, talvez você mate para sobreviver, talvez deixe que o próximo viva pois não quer ver ele sofrer a dor da morte.

Eu só posso concluir uma coisa diante disso, preciso, com urgência (apesar de não saber como), eu preciso urgentimente de aprender os valores da racionalidade e da emoção. Preciso saber se devo ser exatamente racional ou ser exatamente animal, se devo ser os dois ao mesmo tempo e como ser os dois ao mesmo tempo, lembrando que um dos dois vem primeiro, não dá pra ser os dois ao mesmo tempo vindo em primeiro lugar, preciso saber quando ser racional e quando usar o emocional. Se não, continuarei quebrando teclados e nunca, nunca vou saber como evitar quebrá-los.

Se não descobrirmos a dar valores, nunca vamos saber certo o que fazer diante de uma urna num dia de eleição e principalmente fora desse dia. Repito, será que realmente vale menos um salário para se arriscar a vida do que as pessoas que monitoram à distância os robozinhos do governo?


REPITO! MEU MOTIVO PARA A CRIAÇÃO DESSE TEXTO NÃO É POLÍTICO! EU ESTOU PUTO, A PONTO DE QUEBRAR O MONITOR INTEIRO E NÃO SEI EXPLICAR O MOTIVO QUE VENHO POR MIGALHAS! MIGALHAS!

domingo, 11 de dezembro de 2011

Créditos e Agradecimentos


Agora são 01:02 do dia 12/12/2011 e eu deveria estar com um sono de urso-pardo em inverno, mas não estou. Estava até a pouco tempo quando cochilei e por fim, acordei e, neste instante, ele (sono) desapareceu como fumaça de guimba. Então, algo que ficou saltitando à minha cabeça, me fez vir até à frente do computador para digitar algo que está dançando na minha mente àlgum tempo, não sei definir com precisão quanto, mas cerca de alguns dias, talvez mais de uma semana. Esses últimos dias eu passei tentando me divertir de forma equivocada, novamente, um pesar na consciência me deixou um pouco abalado psicologicamente, mas estou aqui apenas para agradecer a uma pessoa muito especial que, somente a sua memória já me tranquiliza, por saber o quanto ela me ama. Por isso, deixarei aqui o meu agradecimento à Rute, que tem me dado tantas alegrias nos últimos dias. Quando deito na cama e vejo que não há mais o que pensar, ela aparece nos meus pensamentos e me reconforta. Preciso também agredecer a mim mesmo que tenho procurado me incentivar a não ser tão triste. Estou sendo o meu verdadeiro Deus, com o conforto de meu psicológico, tenho suportado pesos na consciência que pessoas realmente boas nunca conseguiriam suportar (se não entendeu bem a lógica deste meu raciocínio, em resumo, estou dizendo que não sou tão bom quanto pareço).
Então, este post em meu blog é exclusivamente dedicado à memória de Rute.
Te agradeço por ser quem você é na vida em geral e na minha. Tão especial que fico sem palavras para descrever meu sentimento por você, então, vou apenas resumir e finalizar esta dedicação tão simbólica para mim, mas na realidade, tão humilde.

Te amo!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sinopse - A Sociedade Alternativa de Belo Horizonte


A Sociedade Alternativa de Belo Horizonte é um montante de filmagens que durante um passeio pelas ruas de Belo Horizonte, Nino (Elias Jorge - Vencedor do Oscar de 1998 pelo sonho Filme Meu) procura uma aventura da qual ele não sabe exatamente como criar, tira uma idéia estúpida de filmar seus momentos nas ruas com diversos personagens para satisfação própria. Começa, então, a tentar sair de sua casa para ter maiores aventuras pelas ruas da capital mineira. Ao contactar com seu amigos e conhecidos, ele resolve sair com uma filmadora pelas ruas para gravar momentos que ele considera como marcantes. Nesta aventura, um elenco recheado de atores muito bem preparados para contracenar, preenchem os momentos com diversas atividades, discuções políticas, sociais, religiosas, amorosas, atitudes insanas inspiradas em Jackass e muito mais. O principal objetivo de Nino com este filme/matéria/documentário é de descobrir sua própria identidade e achar nesta realidade a fé de suas idéias, já que até então, ele sofre de crise existencial.


Pelo visto, pessoal, este video irá demorar para sair, pois tem muita coisa pra ser editada e reprojetada. Vou precisar de algum apoio, mas se não houver, não há problema, eu me viro.

http://www.youtube.com/watch?v=ytTJjhiUfnE

domingo, 9 de outubro de 2011

Desculpas


Bom dia, boa tarde, boa noite ou boa madrugada pra quem quer que seja e onde quer que esteja...
Bem! Desculpas, venho propor a liberdade de mentir e omitir para o próprio bem ou bem de outrém.
Olha! Tudo o que eu quero é poder dizer que estamos tentando viver da melhor forma possível, mas se não for realmente possível (como, agora, eu acredito que seja), então, curtindo esta vida sonhadora, gostaria de propor a liberdade de poder mascarar nossas verdades no intuito de nos relacionarmos melhor com as pessoas, que por suas vezes, não conseguem entender com prioridade e bom senso que só estamos tentando viver da melhor forma, para nós e em segundo plano, se pudermos, trazer algo melhor para as pessoas (egoísmo controlado). Mas eu! Menino Elias, acho extremamente difícil de não pensar nas pessoas com prioridade, então, minha relação com o ser humano, embora seja de extrema apatia em certos momentos, eu jamais conseguirei me desvincular de toda esta sociedade hipócrita, é como se o perdão estivesse dentro de mim louco pra encontrar quem o mereça. Embora seja extremamente difícil para o ser humano conseguir perdoar, eu sei bem o que isso significa, o que isto representa. Atire uma só pedra duas vezes na mesma pessoa e analise a reação dela na terceira. Nenhuma das vezes será idêntica e a tendência é haver cada vez menos tolerância. Isto é normal, mas faça isso com um computador e veja que ele não agirá com intolerância, ele apenas vai parar de funcionar, se você for mecher nele, ele só irá recusar de funcionar para você se ele realmente estragar, mas não vai recusar por intolerância à sua vontade. Exemplo bizarro este, não? Eu acho! Mas usei ele, pois se ensinamos a eles, quem disse que elas podem nos ensinar? Bem! Elas (máquinas) é que não vão dizer isto! Elas não vão nos ensinar, elas apenas irão calcular, mas aprender com elas? Não! NUNCA APRENDEREMOS COM MÁQUINAS! Nós as ensinamos, mas cada vez que ensinamos as máquinas, mais confortável fica nossa mente, pois elas trabalham para nós cada vez mais, e o tempo que daríamos para a razão, cada vez mais está se diluindo em meio ao conforto mental. No final das contas, até as razões emocionais estão se confundindo com sexo, olhe ao seu redor, diga pra você mesmo algum palavrão sensurado pela mídia que não envolva pornografia? Cara! Será que realmente estamos TODOS retrocedendo com a mente? Não! Todos não! Mas a pensar no raciocínio de Darwin, penso que a evolução agora, se inicia um processo de "regressão" mental, ao invés de evoluirmos mentalmente, parte da sociedade está estagnada na razão emocional, aquela que limita os códigos da inteligência traduzidos pelas atitudes animalescas de "guerras por territórios e propriedades", "lutas por parceiras", "brigas por superioridade" e diversas atitudes que só me fazem dar razão para a evolutiva involução-racional. Se você não se sentiu atraído por esta leitura até agora, provavelmente você é outra pessoa inclusa nesta seleção grotesca de humanos pré-racionais (onde daqui a algum determinado tempo, provavelmente serão somente outros humanoides "gorilas"). Mas se você é um dos seletos humanos que conseguem entender este meu raciocínio, talvez você iria se perguntar agora (ou já se perguntou) a respeito da introdução deste tema que iniciei. Eu disse que minha proposta é mentir e/ou omitir, mas o que? Sei lá! Qualquer coisa! Qualquer coisa que você tenha necessidade, há alguma novidade no que estou falando então? Não! Mas quem disse que eu diria novidades ou é o que tento fazer aqui?? Não! Eu estou apenas relembrando que mentir e omitir muitas vezes é de extrema importância para que haja comunicação entre nós que procuramos entender as coisas com maiores análises. Porém, em momento algum eu disse que é fácil perdoar as pessoas (embora eu consiga fazer isso com facilidade, mas há momentos, eu sei, que é extremamente difícil), mas que tal imitarmos as máquinas e manter nosso sentimento vinculado à razão, nos mantermos firmes para entender segundo a realidade das coisas, ao menos tentar. Exemplo: - Pela terceira vez teu namorado(a) te traiu, já está extremamente nervoso(a) com isto, que tal procurar sondar suas necessidades antes de terminar com ela(e)? E se te chamam de corno(chifruda) por isto, quem disse que tem que se importar com isto? Se for preciso, omita o que você sabe, minta dizendo que não se importa, logo você vai acreditar nisto também e ficará tudo bem. Mas, com relação a ela(e), perdoe de novo, tente outra vez, mas não repita as mesmas ações (tuas) de antes, e olha, posso falar com extrema prioridade a respeito de repetir atitudes, pois eu já repeti tantas atitudes antes que às vezes sinto vontade de desistir de tudo. Não repita as tuas atitudes de ficar com raiva, aquelas jogadinhas que costumam denominar de "cu doce". Todo este exemplo que dei agora, faz eu sentir que usei um exemplo tão desgastado quanto pobre, mas o intuito é de que eu consiga levar ao menos pra quem mais importa parte do meu raciocínio. Poderia usar exemplos de relações profissionais, familiares, fraternais e até consigo mesmo, pessoas desconhecidas, pessoas apenas conhecidas, enfim, diversas formas. Desculpas sempre vão ajudar a perdoar uns aos outros, se elas forem de coração, mas tem que ser realmente movido pelo coração, entretanto, apartir dos músculos da razão. Suponha que a razão seja a seus braços e pernas e o coração seu veículo, você irá conduzir, se usar suas desculpas com esta base, poderá amenizar ou finalizar qualquer conflito, só que realmente o grande problema do ser humano é conduzir com a razão - na maioria das vezes, pelo desgaste mental, deixamos de usá-la por completo e aí, nossa missão se torna incompleta. Não conseguimos então "vender o produto que queríamos e confiávamos", pois simplesmente faltou energia, mas isso já é outro assunto, creio que já esteja totalmente voltado para o seu próprio organismo, alimentação, hidratação, cuidar de seu cérebro. - Mas por favor, não minta sem necessidades, em primeiro lugar, diga a verdade, a mentira apenas nivela, mas a verdade liberta, veja que nada do que estou falando aqui é fora de um contexto e olha que estou extremamente dopado por uma substância da qual não vou dizer qual é.

Apenas para finalizar, a respeito do ser humano que está entrando em seu estado involutivo, só gostaria de negritar uma pergunta em analogia - Pense numa carroça. Existe um condutor, a parte de madeira que leva o condutor (o carro) e o jumento. Pense agora que nós somos o jumento, as grandes empresas são exatamente o carro que servem de base para o condutor, e o condutor? Quem é??

R: A mídia!

Pense nisto (se tiver capacidade).

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Uma Vida, Um Jogo

Às vezes a gente sai da rotina, procuramos fazer algo fora do normal, mas o nosso normal não muda por isso, continuamos a ser os mesmos de sempre, desde o nascimento ao término dos dias de nossas vidas.

Sei que você, leitor, não entenderá o que vou dizer agora, no entanto, vou dizer assim mesmo, quem sabe um dia, no futuro, eu possa usar essas mesmas palavras descritas pra designar algo do qual eu não saiba explicar pessoalmente, mas se eu não tiver mais em mãos essas linhas descritas, não tem problema, minha viagem vai morrer comigo, mas não vai deixar de existir. Mas é provável que você entenda boa parte disto.

Bem, temos forças, certo? Cada um de nós tem suas qualidades e defeitos, e pra que isso? Para um jogo! Um jogo super curioso que todo mundo insiste em jogar, esse jogo se chama Vida. Nós estamos nesse jogo desde que nascemos, e vamos morrer dentro dele, quando ele terminar, morremos, morremos quando a vida acabar. Já jogou algum jogo que seja dessa forma? Você inicia sua vida, constroi sua vida, você tem suas qualidades, seus defeitos, você trabalha em cima disso, suas vulnerabilidades devem ser tratadas com carinho para que você não saia perdendo através delas. Bem, na vida é semelhante, cada um de nós tem seus defeitos, e devem ser tratados com carinho, mas muitas vezes achamos que somos capazes de ser melhores mostrando apenas o que temos de melhor, porém, a gente acaba se ferrando com essa idéia, pois podemos deixar a guarda oferecida, daí, soldados inimigos (no meio deste jogo chamado Vida) irão se aproveitar de teu descuido e aproveitar para atacar exatamente em teu ponto fraco. Sofri com isso, mas dei a volta por cima, tenho exemplos pra contar, mas não vou mencionar, para os que sabem, apenas relato um fato ocorrido na praça 7 com uns "semi-traficantes-mendigos" que me chamaram de X9. Então, de certa forma, nessa ocasião por exemplo, analisei de certa forma meus erros e meus acertos, os acertos somente eu sei, se terceiros fossem analisar minha situação, iriam dizer "você está louco, você esteve completamente errado, como pode achar que teve algo de bom naquilo?". Sim, houve algo de bom naquilo, mas é bem pessoal, só pra resumir, as vezes preciso sair da rotina e mostrar que sou capaz de enfretar certos receios, mas enfim, isso é entre eu e eu mesmo. Agora, minha derrota foi explícita para todos que analisam de fora do meu sentimento, então, pra mim, isto pode ser outra vitória, pois minha qualidade é exatamente analisar para extrair a polpa destas frutas amárgas e me dar as vitaminas necessárias. Em outras palavras, vou analisar o que fiz de errado para corrigir, experiência é a tradução do que me aconteceu, foi o que mais gostei de ter acontecido. No fim, saí com uma derrota visível e uma "medalha" de honra ao mérito "escondida" na blusa molhada da cachaça que jogaram na minha cara.
Agora, pra jogar o foco da minha visão, quero que fique bem claro que a verdade é que neste jogo, a gente ganha e a gente perde diversas vezes, mas sempre tenta vencer, conclusão, não adianta só tentar. O xeque-mate é a nossa morte (pois somos nosso próprio rei). Os maiores vacilões entregam tudo, mas de toda forma, uma hora tudo acaba. Eu não diria que a morte natural seria um xeque-mate, digamos que seria apenas o fim do jogo. O xeque-mate acontece quando deixamos os limites de nossos piores defeitos nos atordoar diante de nossos inimigos e o suicídio é a desistência mesmo. Acontece também de nossas maiores qualidades nos levarem à derrota ou supervalorizarem nossos defeitos, exemplo disso é quando uma qualidade como a coragem nos leva de frente ao perigo e então, nos ferramos. Ou quando nossa confiança não nos limita a parar de fazer algo arriscado, então, nosso fim chega de forma tranquila para violenta (exemplo, drogas). Existem várias formas, diversas qualidades e defeitos.
O grande problema, no meu ponto de vista, é conseguir descobrir quais são os defeitos e as qualidades que temos e ainda aprender a trabalhar elas, pra que haja um equilíbrio entre tudo. O meu exemplo, por exemplo, até agora pelo que percebi, é fluente na qualidade pela forma de analisar as coisas e meu defeito é achar que consigo ser melhor que todos ou conseguir conquistar as coisas na vida apenas dessa forma, mas já vejo que não dá. Não dá pra ser superior a ninguém apenas usando a força de visão, isso tem gerado em mim, na verdade, apenas mais negatividade pra minha vida. Pra isso, em meu caso, preciso parar de achar que posso ser melhor analisando as situações e começar a agir de forma cautelosa. Astúcia é necessária pra saber lidar com as situações. Outro objeto que entra muito em meus defeitos é a falta de coragem, pra ser mais exato, é a forma de saber segurar o nervosismo (medo), se eu conseguir equilibrar isso, terei dado um passo enorme para ganhar diversas batalhas nesse grande jogo. Enfim, todo jogo existe um objetivo, você tem o seu, e com certeza (mesmo que você pense que não), é o mesmo que o meu, não vou dizer que é o de ser feliz, embora poderia ser, mas vejo uma coisa aparentemente mais artificial, no entanto, não vou te falar, pois iria gerar muito pano pra manga. Talvez eu pense numa forma de expor esse meu sentimento outra hora.

Mas então, fica a pergunta! Quais são suas qualidades e seus defeitos? E teu objetivo? Consegue me falar? Caso queira, me procure. - Msn ao lado esquerdo - logo publicarei o número do celular - O.o - Abraços.