quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O Centro do Universo




Agora eu sou isto que tenho sido, mas antes eu não era e depois espero voltar a ser.
Espero pois não sei ser sem Aquele que era antes de mim, e espero também por Aquele que um dia me transformará naquilo em que o desejo da minha razão, não cognitiva à razão humana, clama em ser.

Palavras estas, não trago para uma compreensão comum aos olhos de um leigo leitor que possui seus anseios carnais e mundanos condicionados a um prazer finito em sua própria existência.

Palavras estas, não adentro em sentimentos por um puro ouvido mal apurado de Chopin, Mozart ou Beethoven, e menos ainda por um ouvido apurado de um lixo social denominado punk rock, mas sim por um sentimento de puro desejo de apuração sem especificar qualquer tipo de nome tribal.

Palavras que por si só não dizem nada, mas que si encontram numa dança de acasalamento entre a razão e a emoção de um simples ser.

Venho nas formas destas oscilações verbais, desenhar um símbolo existencial d'onde  aparentemente apenas um único ser pode interpretar, e este ser com certeza agora posso chamá-lo de leitor...

...porém em outras eras que possa interpretar tais palavras a esmo, policia-se o espelho do existencialismo encarnado neste meu mesmo sentimento de angustia da alma e paz de espírito.

Com estas palavras já posso afirmar com forte categoria que sou um dos Centros do Universo.
Nunca que meu umbigo seja a real fonte da Esperança, mas sim que reconheço através da fé buscar Aquele que veio antes de mim, e que sabe interpretar melhor do que eu mesmo o agrupamento desta linguagem outrora brasileira mal contemporizada de aspectos pacientes, na intenção de súplica pela salvação eterna, da paz do Altor da vida verdadeira, que um dia poderá trazer para os fieis de espírito, ainda que a alma se contorça de desesperadas e poderosas angústias mortais.

Desde já, agradeço pela compreensão, em nome da Verdadeira Paz.

Amém!

domingo, 16 de agosto de 2015

E-Mail da Aline! 16º Dia do mês de Agosto de 2015 e a importância de ser amado.


Mesmo com os errinhos de português

Para mim os erros gramaticais fazem parte do seu charme!


"Eu pensei que fosse só mais um namoradinho , que você fosse embora tao rápido quanto chegou que eu no maximo poderia "gostar" de você. Mas estava errada , foi sem esperar pôr nada q você acabou se tornando meu tudo! E pela primeira vez náo sei oq fazer náo sei que palavras usar que rumo seguir só sei que quero estar ao seu lado só sei que você se tornou a melhor parte do meu dia minha felicidade minha paz de espirito . isso deve te assustar ne?! Pra falar verdade me assusta também..  
Desculpa se AA vezes te deixo triste com raiva ... Tbm desculpe  ser infantil e ciumenta as vezes venho tentando mudar isso em mim por você , só peço q tenha paciência pois e a primeira vez q gosto tanto assim de alguém e afinal tudo que eu quero é te fazer feliz ."

Sem medo, eu to contigo bb!

sábado, 1 de agosto de 2015

Tutorial para a Vida Eterna: Um passo-a-passo para a Esperança Verdadeira.


Quando O Verdadeiro te questionar, ninguém duvidará de Quem Ele É! Por tanto, apenas responda suas perguntas, suas respostas virão fácil e totalmente voluntárias!  Nenhuma delas será conflituosa, não existirá contradição na sua voz, provavelmente não será na língua portuguesa, mas isso não posso afirmar. O que posso afirmar é que será na expectativa de quem realmente se sente Bom o bastante para dialogar com tal santidade. Um dia você será questionado sobre a sua existência neste mundo e este questionamento será a senha de entrada para a boa vida eterna. Não vou falar nada ao contrário disto, pois não compete a mim compreender com dignidade as maluquices advindas dos propósitos devaneados das consequências complexadas do submundo almejado pelo desejo sórdido das confusas consequências do desejo irracional dos olhos pelos olhos e os dentes por dentes. Confusos são os olhos que desejam compreender os sorrisos falsos deste mundo na maneira como ele realmente talvez seja. Consequente mesmo é pensar na beleza da sua existência e na minha só tenho um código para vislumbrar a vida, por enquanto o nome dela é Esperança, e logo terei um nome mais adequado, mas por enquanto, deixo este título nas mãos do Verdadeiro conhecedor da existência desta ideologia perfeitamente construída para alívio da nossa alma. Por isto, aos filhos do Bom eu escrevo:
O primeiro passo para a conquista da verdadeira esperança é responder aos questionários oferecidos pelo Bom após a sua morte. Sem sombras de dúvidas a consequência disto será mais prazerosa do que o seu prazer nesta vida momentânea. Quando o Tal te perguntar sobre como você viveu sua vida, responda sem vergonha, sem medo! Nada além disto será feito para denegrir a sua própria imagem. Não conheço de fato quem não responderá corretamente estas palavras e nem me interesso em conhece-las, mas enquanto descrevo este sentimento, me recordo de ainda estar digitando estas palavras numa linguagem pouco compreensível, chamada brasileira, corriqueira, de dias paralelos e perspectivas momentâneas, mas a essência delas é tão profunda quanto os conceitos bíblicos contidos em qualquer tutorial de uma existência humana, não interessando a língua ou a cultura. A única dependência de interpretação provém do interprete, portanto não é portável interpretações alheias no ato do questionamento. Descrevo com o formato destas palavras pois não é de simples acesso o entendimento dos meus sentimentos, mas também não é tão complexo para quem de fato se interessa, sobretudo o interesse é particular, não havendo retorno para mim algum tipo de reconhecimento para com minhas observações, tanto de forma positiva quanto de forma negativa. Não me interessa uma resposta, eu já estou oferecendo a síntese dela no contexto profundo do nosso coração social e individual. Como falei, a receptação e assimilação da informação é do interprete.
Segundo passo é ter ciência de que as perguntas que serão feitas, nenhuma será para denegrir sua própria imagem. As perguntas d’O Advogado, serão as mesmas d’O Juiz, e as respostas do réu serão as mesmas que O Advogado almeja. Uma trindade de informações selando a sua existência serão determinadas segundo o seu próprio enredo. Por tanto, não há o que temer diante das perguntas, o que haveria para se temer é agora, diante da sua história. Não será feito um teste prévio com Este Advogado, sendo assim, afirmo que será um momento único, culminando no desejo da trindade, entre Pai, Filho e Espírito Santo, apenas através de um das partes poderá se obter acesso ao conteúdo completo, fora isto, as informações ainda são incompletas, mas não errôneas.
Nos meus sentimentos correm um desejo inquestionável a ser interpretada em qualquer língua, por qualquer cidadão humano, não importando sua loucura, a minha sanidade percorre na Esperança de reexistir, reconhecendo desta forma a beleza de existir, e ignorando os pesares das cruzes vitais que me assombram dia e noite em forma de medos cotidianos, como exemplo de doenças, inimigos que desconheço, indecisões sobre decisões e logo sendo todas as informações das quais eu nunca deveria ter tido conhecimento, me alimento da culpa que formata um fruto negativo apesar deste único desejado, chamado fruto positivo. É para Ele que aponto a flecha da minha esperança, na expectativa de ser reconhecido apenas por Quem necessita de reconhecimento. Fora Dele qualquer um que compreender estas minhas palavras de forma confusa, não faz parte deste meu sentimento agudo. – No mais, lhes desejo uma boa reflexão, recomendando a releitura deste texto por incontáveis vezes até a compreensão absoluta deste sentimento, sendo este o texto mais importante da minha vida, afirmo estas palavras acima sobre meu nome reconhecido apenas por Quem reconhece meus verdadeiros sentimentos. Amém!



Elias Jorge Medeiros Gomes, Belo Horizonte, 28 de Julho de 2015.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Prostitutas - Minhas Irmãs - Meu Incesto Cristão

Sei que meu blog não tem prestígio. Ninguém nunca quis me dar algum tipo de reconhecimento subjetivamente verdadeiro, mas não preciso deles, no entanto eu tenho vontade que entendam que nunca estive aqui por mal, tal como nunca estiveram a ler nada por mal, mas se em determinado momento perderam o interesse em fazer leituras, não foi por falta do que fazer! Com certeza o leitor tem muito mais pra fazer do que cansar seus preciosos neurônios lendo um tanto de reflexões ao vento. Porém, mesmo que de modo quase oculto, venho a público registrar sentimentos dos quais acredito que muitos teriam conectividade, mas acho que isto não vai acontecer. Neste texto quero registrar o meu apreço pelas prostitutas, informando que mesmo distante, mesmo não indo visitá-las sempre, tenho um enorme amor por cada um de vocês! Perdi minha virgindade com uma prostituta aos 17 anos por 5 reais. Não sei se está viva ou no mínimo seu nome, só sei que hoje tenho 28 anos e agradeço a ela desde então.
O termo incesto não é para falar da minha irmã biológica, este termo é para falar de um amor incompreensível para nós humanos, que atualmente, exatamente no meio do ano de 2015, violentamente e sexualmente adentramos num curso de intolerância que tem gerado uma guerra civil complexa. Não estou aqui para falar bem ou mal desta guerra, se isto tem acontecido é por uma consequência abstrata, mas eu estou aqui é para deixar registrado que para cada uma das prostitutas, que já deixaram de lado o seu mundo hipócrita de 'amores inventados' (Cazuza), que elas possuem mais dignidade do que as pessoas que forjam sentimentos com a finalidade financeira para obter seus desejos. Tais pessoas em comparação culpam demais a sociedade e não reparam nunca que elas mesmas, não importando seu status social, são réus da corporação civil teísta ou ateísta. É uma hipocrisia generalizada que não corresponde ao parâmetro da realidade humana, pois se o termo bipolaridade designa polos extremos, neste contexto não seria uma doença pensar que uns fazem e outros não, o certo seria uns fazem tanto quanto outros também.
Ao meu sentir, vejo que o Espírito Santo de Deus tem dito no meu cérebro (que é mais intrigante do que o coração) uma mensagem que a maior parte dos cristãos brasileiros têm permitido passar despercebido. O amor não está num contexto, o amor está num sentimento e ele é indescritível, mas há sempre uma maneira de ser prescrita, e este diagnóstico é feito a partir de três lógicas que não se devem fazer: Roubar... Matar... Destruir... - Partindo deste princípio de não ser feito, você está num caminho cognitivo menos complexo. Pensem bem, estou escrevendo este texto principalmente para os cristãos, vocês não estão com a razão quando rejeitam alguém, pois o primeiro homem próximo da morte a conquistar a sua vida no paraíso foi um ladrão, tal como também um ladrão foi o primeiro a não saber que perdeu a sua maior dignidade que denomino de ESPERANÇA! Então... Sejamos como Judas para negar o amor em algum momento, mas sejamos como Jesus para aceitar incondicionalmente qualquer ser humano que aceita o verdadeiro amor.
Agora inicio meu texto, que provavelmente será menor do que esta introdução. As mulheres não sabem se interpretar, é assim que tenho visto na prática, mais do que na teoria que elas procuram firmar, e eu as amo, amo muito, quero que elas sejam como Deus, mas elas são como nós homens, principalmente como nós heterossexuais, são cheias de falhas. De coração, se vocês querem chegar a algum lugar, então espero que vocês entendam quem as mulheres do topo da piramide estão fazendo diariamente a sua cabeça através das complexas amizades, por meio das faculdades, através das propagandas de internet, ainda das propagandas da televisão, ainda das propagandas em rádio, nas modas de buteco e nas diferenças de trabalho, são as melhores que são sempre as ditadoras. São as mulheres que em algumas vezes vocês acham que não estão invejando, mas elas estão sempre ali, acima de você! Estas estão ajudando a construir uma piramide da qual a ignorância não permite que você veja o quão hipócrita você pode estar sendo. Do contrário, aceite que você busca os prazeres dados pelos benefícios financeiros mais do que um monte de heterossexuais por aí que são tratados como lixo apenas por estar NÃO competindo para ter um grande amor.

Se você entendeu, obrigado, se você não entendeu, faço um desafio a falar comigo em particular sobre este texto. Vou ter um prazer de tomar uma cerveja enquanto conversamos. No mais, que Jesus te abençoe na vida após a morte.

domingo, 26 de abril de 2015

A Falta do que Fazer


Tenho tentado transmitir uma mensagem para as pessoas de uma forma maluca. Andei observando algumas coisas e uma das coisas básicas mais intrigantes que existem na vida de qualquer ser humano, é a luta contra o tédio.
Para me aproximar do real, pensei que a raiz, sendo o princípio de existência após a semente plantada no mundo, a vida e a morte são temas inquestionáveis e a base desta vida possui a sua natureza despida das informações modeladas que propomos neste pequeno planeta terra.
Ao observar pessoas simples que se satisfazem com tão pouco, tive uma nítida sensação de que a capacidade de se prender a algo nesta vida é tão absurda quanto construir um castelo de areia que dura um determinado tempo e a esta determinação também passo a propor mais ênfase para sua existência, que também eu poderia resumir como sendo a falta do que fazer.

O tédio é um sentimento fraco se for determinado por um tempo previsto para seu término, mas quando você não sabe a hora que tudo isto irá terminar, automaticamente o ser humano se propõe a montar elementos existentes aos montes no planeta terra e assim é criado diversos mundos, cada qual com a sua razão. No entanto eu tenho uma questão a este respeito. Se de fato a luta contra o tédio fosse o caminho mais exato para a realidade da vida proposta pela própria existência, então por que destruímos com frequência os castelos de areia que criamos juntos? É como o cachorro que corre atrás do rabo e fica lá, dando voltas e voltas procurando o próprio traseiro, sabe de uma coisa? Acho que é uma pulga.

Já ouviu falar do circo das pulgas? Ouvi falar de alguém que tentou uma certa vez construir um circo de pulgas, educando elas para pular no tempo determinado. Já vi o vídeo de uma pomba tocando piano para ter sua comida. Talvez sejam assuntos cansativos para quem faz ou fez psicologia e estudou sobre o Behaviorismo, métodos de controle psicológico, tudo isto baseando em princípios registrados no histórico das experiências. Sei lá cara, parece falta do que fazer.

Jogadores de futebol ganham uma fortuna para fazerem uma apresentação para milhares de pessoas que falam mal da hipocrisia, falam que é você quem deve tomar postura, e são exatamente as mesmas pessoas que não se lembram de quando ofendem ou rejeitam, mas sempre cobram postura dos outros (infelizmente uma delas sou eu), inclusive dos jogadores que costumam ganhar muito mais valor financeiro para perder um jogo dentro de casa igual o Cruzeiro chegou a fazer esses dias. Dá muita raiva vei, eu sei que você sabe que dá raiva! Mas sabe de uma coisa? Isso tudo é falta do que fazer.

Sabe pra que estou digitando? Para ter o que fazer. Para que ganhar dinheiro? Para ter o que fazer. Seu corpo coordena seus dias de luta contra o tédio e ele vai continuar ali, em algum lugar. A arte faz a sua parte, chega uma hora que alguém em algum lugar se cansa. Ajudar o próximo é bom quando você consegue fazer alguém feliz por mais um espaço de tempo, mas depois acaba e o ciclo é sempre esse.

Agora vejo que ele, o tédio, sempre esteve desde o início criando histórias e mais histórias e acabou que tudo perdeu seu sentido natural, apenas por ter morrido antes da hora dentro da consciência complexada pelo subconsciente, e então me restou essa resposta que concluí com uma fuga da conclusão natural e tediosa à cerca de um texto feito por se fazer. A falta do que fazer foi superada, foi vencida através da única verdade que vai ficar até mesmo além da ciência, que é a fé para alimentar a esperança em algo melhor do que o cansaço.

A ciência morre com o ser humano, a fé alimenta a esperança, mas fé que não alimenta a esperança é como a ciência feita por se fazer, do tipo, inútil. Digno de gente que não tem mais o que fazer.

domingo, 8 de março de 2015

A Esperança do Menino Elias

...e dáli existência.



Tenho tido uma preguiça enorme, já faz tempos que não tenho visto graça nas pessoas, digo isto de modo geral mesmo, incluindo você que está lendo. Eu estou cansado de só falar de coisas fúteis. Tenho uma força particular indescritível que clama por existir. Aí então vem uma galera se opondo e diz: Mano... para de viagem, cê ta é viajando, se olha no espelho e você já vai se ver existindo e para de encher o saco. - E aí o assunto vira para o meu lado esperando uma resposta, e eu respondo apenas em pensamentos: Não cara, eu não existo, eu nasci do pó, vou voltar para o pó, você e eu somos só um monte de nada.

O fato de eu não dizer, mas pensar já me fez existir, porém eu não estou existindo com coerência diante do que me foi dito, apenas diante do que sinto. O que sinto me foi dado sob uma nova perspectiva de vida, diferente da maioria das pessoas, cheio de deficiências bizarras, nojentas, machistas (não mais), desorganizadas e desatentas, até dislexias, que não escuta corretamente as pessoas ao redor, ou talvez apenas um cara que maximiza estes sentimentos para que possa se ver melhor, se sentir melhor, se tocar melhor, degustar melhor, assim eu sou melhor.

Estou reprogramando meu cérebro para se encontrar com o conceito de esperança. Sou apenas um menino nesta ideia, só um menino. Preciso alimentar meu cérebro com esta ordem. A partir desta iniciativa, posso abrir caminhos para qualquer assunto. Vejamos:

Futebol:
Meu time neste momento está perdendo para o Atlético Mineiro. Está perdendo de 1 x 0. Neste caso, não guardo esperanças verdadeiras de que vamos ganhar, principalmente se fosse eu que estivesse lá jogando (a menos que eu jogasse pelo Galo, assim eu perderia com tanta alegria =). Neste caso eu não tenho esperanças, mas tenho um desejo absurdo de que o Cruzeiro vire essa bagaça, mas não posso evitar o pior se tiver que acontecer, ou seja, o resultado disso é frustração.

Repare que o futebol não me dá nada desta esperança real, mas essa pseudo-esperança me oferece a motivação, estou motivado a ver o Cruzeiro virar, tanto é que bem neste momento que estou digitando o Cruzeiro empatou. Leandro Damião empatou, ainda bem que eu não estava lá para ajudar, afinal, sou bom em ser perna de pau (algumas meninas sabem do que to falando).
Estou falando de futebol enquanto estou nascendo, mas preciso afirmar isto para qualquer ser humano saber um pouco sobre mim. Qualquer assunto numa mesa de bar fica legal se você falar de coisas que direcionem para a verdade, mesmo que ela passe por uma espécie de ilusão. Para passar pela barreira da ilusão, você precisa automaticamente de entrar nos arquivos do mundo imaginário, é lá que ocorrem as avalanches de ideias, também conhecidas como Brainstorming. Quem negar que este mundo existe, negará sua própria existência. Por tanto, acessando este meu arquivo, não vi na vida nada mais interessante do que pensar sobre minha existência. O núcleo mais intenso da minha vida foi o conceito de esperança, pois é nela que passei a existir desde que fiz meu pedido para a sorte do mundo de voltar à vida após a minha morte. Este pedido não está direcionado aos médicos, não está direcionado aos pastores, ou políticos, diretores, professores, seja lá quem for, este pedido não é para o ser humano, estou clamando por Ele dentro de mim, não tenho mais pra onde ir se não para uma implosão? E dela tenho a esperança de ser resgatado com vida, por alguém que me ama, que me quer, assim como eu faria pelas pessoas se pudesse, mas infelizmente eu não posso salvar ninguém, não posso impedir que as pessoas morram, então só posso escolher o meu próprio caminho, se quiser acreditar no que digo, então lembre-se sempre disto: Esperança.


Obrigado.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Livro - Vomitando Gritos de Silêncio



Hoje, dia 06 de dezembro de 2014, faltam dois dias para completar 1 mês que voltei a conversar normalmente, mas até agora eu não tive a capacidade de entender o que de fato significa a pergunta das pessoas quando  me questionam algo do tipo "...e o que você aprendeu com isso?" (em referência ao meu ato estranho de autoanulação) - Não compreendo bem a pergunta, pois só a própria pessoa sentindo na própria pele poderia entender o que eu quis dizer com meu silêncio. É algo particular, é subjetivo, mas claro que dá pra se ter alguma noção de modo coletivo. Não nego as minhas necessidades, mas o entendimento delas (minhas necessidades) não é compreendido facilmente, se em primeiro lugar a própria pessoa não olhar pra dentro de si. Caso tente ao menos se colocar no meu lugar, aí sim esse tipo de pergunta poderia ser respondida. Ainda não estou apto para conversar normalmente da maneira que eu queria. Acredito que eu deveria ter ficado mais tempo em silêncio, no entanto já foi o suficiente pra me deixar à beira da loucura, então já estou satisfeito com a profundidade da qual me entreguei.

Terminei algumas escritas que descrevem um pouco da minha necessidade em geral. Claro que pelo fato de este voto de silêncio ter sido abortado no meio do caminho pelo meu receio da loucura, não me permitiu concluir de maneira tão bem nítida, no entanto eu poderia dizer que o livro está de certa forma vomitado! Por isto resolvi alterar o título destes registros, passando de "Apenas uma Experiência de Vida" para "Vomitando Gritos de Silêncio.

Não posso aceitar a minha vida ser conduzida pela voz ilusória das pessoas, que sempre me conduzem para um percurso cego de desejos que sempre acabam. Se é para buscar tais ilusões, então o faço sozinho. Talvez meu maior problema seja o ódio que sinto de ser conduzido pelas pessoas e acabo que por fim não tenho autonomia para escolher meu próprio caminho. Por tanto, agora começo a saber exatamente onde estou, não estando mais sendo conduzido, e sim conduzindo a minha própria decisão. Cansei deste pântano urbanizado de decisões por modelo social, isto pra mim é falta de personalidade e graças a Jesus e Nietzsche agora estou encaixando minhas próprias peças e não apenas aceitando construções cognitivas advindas de pessoas que sempre fazem mais do mesmo. O meu mais do mesmo não foi comprado, foi projetado por minha própria análise e assim posso me chamar do que eu quiser, aceite como certo ou errado quem quiser.

Caso ninguém mais aceite esta minha escolha como algo realmente aceitável por ser particular, então satisfaça-se com as suas próprias escolhas modistas ou não, minha moda não está tão na moda assim, por isto minha escolha tem mais personalidade do que a maioria.

No início eu não tinha esta decisão de vender meus livros, eu tinha apenas a finalidade de registrar minha história para o futuro, sobre tudo agora sinto vontade de comungar de uma maneira muito compreensiva, que é o lucro financeiro. Eu não tinha esta finalidade e nem pretendo lucrar muito, mas apenas para não me julgarem de maneira negativa pelo fato de isto não ter dado absolutamente nenhum proveito. Visto que neste caso farei isto apenas para mostrar que posso ter algum lucro, mas não, realmente não é o meu objetivo, uma vez que não acredito que será um número de vendas acima de uma expectativa social visível.

Caso alguém goste e tenha interesse de me ajudar nas vendas, o lucro das vendas destes exemplares serão exclusivos da pessoa que os vender, como se fossem balinhas no ônibus, ou revistinhas em quadrinhos no semáforo, ou então como poemas vendidos nas praças por poetas de rua. Por tanto, a pessoa que fizer a leitura, achar interessante fará tal venda por conta própria, eu apenas darei alguns exemplares e assim, caso dê certo, veremos no futuro como resolvemos a questão de comprar novos exemplares numa revenda que não me seja tão prejudicial financeiramente. No entanto, primeiro discuta comigo as coisas que mais achar interessante sobre a leitura destes registros e critique positivamente as coisas que não gostar para que possamos avaliar a construção desta obra, que por sinal não está grande, porém pode ser mesmo mal interpretado caso a pessoa não tenha uma crítica construtiva. Caso o leitor tenha uma visão destrutiva, não ajudará a melhorar, apenas fará o que o mal pretende fazer, que é roubar, matar e DESTRUIR.

Críticas negativas podem estragar qualquer ser vulnerável, mas depois deste silêncio, tenho certeza de que a minha vulnerabilidade já me permitiu a construção de uma armadura que me permite falar com qualquer acadêmico pós doutorado ou seja lá quem acham que são. Esta é minha formação, uma formação criada a partir da construção de quem pode ajudar, e não de pessoas que tentam denegrir a imagem dos demais.

A obra não está voltada para a destruição das cadeias, criando a liberdade destrutiva feita pelas invejas alheias. Podem dizer o que quiser, assim como a minha liberdade de expressão, por isto espero que tenham uma boa interpretação da leitura para evitarmos de que seja necessário uma explicação mais detalhada, isto geraria uma árdua compreensão e eu não fiz silêncio para ficar falando de mais, por tanto, espero que a compreensão seja feita de maneira natural. Agora, caso isto fique difícil dentro da interpretação de algum leitor, tentarei clarear da maneira que eu conseguir, mas não me obriguem a ir além das minhas capacidades, lembrem-se de que preciso de ajuda para construção de ideias, pois não sou acadêmico, mas já vi que posso explicar de uma maneira que poderá ser compreendida pelos bons.

Desde já, agradeço a compreensão, ainda que o leitor não tenha chegado até esta parte da leitura com uma visão mais panorâmica.