domingo, 11 de dezembro de 2011

Créditos e Agradecimentos


Agora são 01:02 do dia 12/12/2011 e eu deveria estar com um sono de urso-pardo em inverno, mas não estou. Estava até a pouco tempo quando cochilei e por fim, acordei e, neste instante, ele (sono) desapareceu como fumaça de guimba. Então, algo que ficou saltitando à minha cabeça, me fez vir até à frente do computador para digitar algo que está dançando na minha mente àlgum tempo, não sei definir com precisão quanto, mas cerca de alguns dias, talvez mais de uma semana. Esses últimos dias eu passei tentando me divertir de forma equivocada, novamente, um pesar na consciência me deixou um pouco abalado psicologicamente, mas estou aqui apenas para agradecer a uma pessoa muito especial que, somente a sua memória já me tranquiliza, por saber o quanto ela me ama. Por isso, deixarei aqui o meu agradecimento à Rute, que tem me dado tantas alegrias nos últimos dias. Quando deito na cama e vejo que não há mais o que pensar, ela aparece nos meus pensamentos e me reconforta. Preciso também agredecer a mim mesmo que tenho procurado me incentivar a não ser tão triste. Estou sendo o meu verdadeiro Deus, com o conforto de meu psicológico, tenho suportado pesos na consciência que pessoas realmente boas nunca conseguiriam suportar (se não entendeu bem a lógica deste meu raciocínio, em resumo, estou dizendo que não sou tão bom quanto pareço).
Então, este post em meu blog é exclusivamente dedicado à memória de Rute.
Te agradeço por ser quem você é na vida em geral e na minha. Tão especial que fico sem palavras para descrever meu sentimento por você, então, vou apenas resumir e finalizar esta dedicação tão simbólica para mim, mas na realidade, tão humilde.

Te amo!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sinopse - A Sociedade Alternativa de Belo Horizonte


A Sociedade Alternativa de Belo Horizonte é um montante de filmagens que durante um passeio pelas ruas de Belo Horizonte, Nino (Elias Jorge - Vencedor do Oscar de 1998 pelo sonho Filme Meu) procura uma aventura da qual ele não sabe exatamente como criar, tira uma idéia estúpida de filmar seus momentos nas ruas com diversos personagens para satisfação própria. Começa, então, a tentar sair de sua casa para ter maiores aventuras pelas ruas da capital mineira. Ao contactar com seu amigos e conhecidos, ele resolve sair com uma filmadora pelas ruas para gravar momentos que ele considera como marcantes. Nesta aventura, um elenco recheado de atores muito bem preparados para contracenar, preenchem os momentos com diversas atividades, discuções políticas, sociais, religiosas, amorosas, atitudes insanas inspiradas em Jackass e muito mais. O principal objetivo de Nino com este filme/matéria/documentário é de descobrir sua própria identidade e achar nesta realidade a fé de suas idéias, já que até então, ele sofre de crise existencial.


Pelo visto, pessoal, este video irá demorar para sair, pois tem muita coisa pra ser editada e reprojetada. Vou precisar de algum apoio, mas se não houver, não há problema, eu me viro.

http://www.youtube.com/watch?v=ytTJjhiUfnE

domingo, 9 de outubro de 2011

Desculpas


Bom dia, boa tarde, boa noite ou boa madrugada pra quem quer que seja e onde quer que esteja...
Bem! Desculpas, venho propor a liberdade de mentir e omitir para o próprio bem ou bem de outrém.
Olha! Tudo o que eu quero é poder dizer que estamos tentando viver da melhor forma possível, mas se não for realmente possível (como, agora, eu acredito que seja), então, curtindo esta vida sonhadora, gostaria de propor a liberdade de poder mascarar nossas verdades no intuito de nos relacionarmos melhor com as pessoas, que por suas vezes, não conseguem entender com prioridade e bom senso que só estamos tentando viver da melhor forma, para nós e em segundo plano, se pudermos, trazer algo melhor para as pessoas (egoísmo controlado). Mas eu! Menino Elias, acho extremamente difícil de não pensar nas pessoas com prioridade, então, minha relação com o ser humano, embora seja de extrema apatia em certos momentos, eu jamais conseguirei me desvincular de toda esta sociedade hipócrita, é como se o perdão estivesse dentro de mim louco pra encontrar quem o mereça. Embora seja extremamente difícil para o ser humano conseguir perdoar, eu sei bem o que isso significa, o que isto representa. Atire uma só pedra duas vezes na mesma pessoa e analise a reação dela na terceira. Nenhuma das vezes será idêntica e a tendência é haver cada vez menos tolerância. Isto é normal, mas faça isso com um computador e veja que ele não agirá com intolerância, ele apenas vai parar de funcionar, se você for mecher nele, ele só irá recusar de funcionar para você se ele realmente estragar, mas não vai recusar por intolerância à sua vontade. Exemplo bizarro este, não? Eu acho! Mas usei ele, pois se ensinamos a eles, quem disse que elas podem nos ensinar? Bem! Elas (máquinas) é que não vão dizer isto! Elas não vão nos ensinar, elas apenas irão calcular, mas aprender com elas? Não! NUNCA APRENDEREMOS COM MÁQUINAS! Nós as ensinamos, mas cada vez que ensinamos as máquinas, mais confortável fica nossa mente, pois elas trabalham para nós cada vez mais, e o tempo que daríamos para a razão, cada vez mais está se diluindo em meio ao conforto mental. No final das contas, até as razões emocionais estão se confundindo com sexo, olhe ao seu redor, diga pra você mesmo algum palavrão sensurado pela mídia que não envolva pornografia? Cara! Será que realmente estamos TODOS retrocedendo com a mente? Não! Todos não! Mas a pensar no raciocínio de Darwin, penso que a evolução agora, se inicia um processo de "regressão" mental, ao invés de evoluirmos mentalmente, parte da sociedade está estagnada na razão emocional, aquela que limita os códigos da inteligência traduzidos pelas atitudes animalescas de "guerras por territórios e propriedades", "lutas por parceiras", "brigas por superioridade" e diversas atitudes que só me fazem dar razão para a evolutiva involução-racional. Se você não se sentiu atraído por esta leitura até agora, provavelmente você é outra pessoa inclusa nesta seleção grotesca de humanos pré-racionais (onde daqui a algum determinado tempo, provavelmente serão somente outros humanoides "gorilas"). Mas se você é um dos seletos humanos que conseguem entender este meu raciocínio, talvez você iria se perguntar agora (ou já se perguntou) a respeito da introdução deste tema que iniciei. Eu disse que minha proposta é mentir e/ou omitir, mas o que? Sei lá! Qualquer coisa! Qualquer coisa que você tenha necessidade, há alguma novidade no que estou falando então? Não! Mas quem disse que eu diria novidades ou é o que tento fazer aqui?? Não! Eu estou apenas relembrando que mentir e omitir muitas vezes é de extrema importância para que haja comunicação entre nós que procuramos entender as coisas com maiores análises. Porém, em momento algum eu disse que é fácil perdoar as pessoas (embora eu consiga fazer isso com facilidade, mas há momentos, eu sei, que é extremamente difícil), mas que tal imitarmos as máquinas e manter nosso sentimento vinculado à razão, nos mantermos firmes para entender segundo a realidade das coisas, ao menos tentar. Exemplo: - Pela terceira vez teu namorado(a) te traiu, já está extremamente nervoso(a) com isto, que tal procurar sondar suas necessidades antes de terminar com ela(e)? E se te chamam de corno(chifruda) por isto, quem disse que tem que se importar com isto? Se for preciso, omita o que você sabe, minta dizendo que não se importa, logo você vai acreditar nisto também e ficará tudo bem. Mas, com relação a ela(e), perdoe de novo, tente outra vez, mas não repita as mesmas ações (tuas) de antes, e olha, posso falar com extrema prioridade a respeito de repetir atitudes, pois eu já repeti tantas atitudes antes que às vezes sinto vontade de desistir de tudo. Não repita as tuas atitudes de ficar com raiva, aquelas jogadinhas que costumam denominar de "cu doce". Todo este exemplo que dei agora, faz eu sentir que usei um exemplo tão desgastado quanto pobre, mas o intuito é de que eu consiga levar ao menos pra quem mais importa parte do meu raciocínio. Poderia usar exemplos de relações profissionais, familiares, fraternais e até consigo mesmo, pessoas desconhecidas, pessoas apenas conhecidas, enfim, diversas formas. Desculpas sempre vão ajudar a perdoar uns aos outros, se elas forem de coração, mas tem que ser realmente movido pelo coração, entretanto, apartir dos músculos da razão. Suponha que a razão seja a seus braços e pernas e o coração seu veículo, você irá conduzir, se usar suas desculpas com esta base, poderá amenizar ou finalizar qualquer conflito, só que realmente o grande problema do ser humano é conduzir com a razão - na maioria das vezes, pelo desgaste mental, deixamos de usá-la por completo e aí, nossa missão se torna incompleta. Não conseguimos então "vender o produto que queríamos e confiávamos", pois simplesmente faltou energia, mas isso já é outro assunto, creio que já esteja totalmente voltado para o seu próprio organismo, alimentação, hidratação, cuidar de seu cérebro. - Mas por favor, não minta sem necessidades, em primeiro lugar, diga a verdade, a mentira apenas nivela, mas a verdade liberta, veja que nada do que estou falando aqui é fora de um contexto e olha que estou extremamente dopado por uma substância da qual não vou dizer qual é.

Apenas para finalizar, a respeito do ser humano que está entrando em seu estado involutivo, só gostaria de negritar uma pergunta em analogia - Pense numa carroça. Existe um condutor, a parte de madeira que leva o condutor (o carro) e o jumento. Pense agora que nós somos o jumento, as grandes empresas são exatamente o carro que servem de base para o condutor, e o condutor? Quem é??

R: A mídia!

Pense nisto (se tiver capacidade).

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Uma Vida, Um Jogo

Às vezes a gente sai da rotina, procuramos fazer algo fora do normal, mas o nosso normal não muda por isso, continuamos a ser os mesmos de sempre, desde o nascimento ao término dos dias de nossas vidas.

Sei que você, leitor, não entenderá o que vou dizer agora, no entanto, vou dizer assim mesmo, quem sabe um dia, no futuro, eu possa usar essas mesmas palavras descritas pra designar algo do qual eu não saiba explicar pessoalmente, mas se eu não tiver mais em mãos essas linhas descritas, não tem problema, minha viagem vai morrer comigo, mas não vai deixar de existir. Mas é provável que você entenda boa parte disto.

Bem, temos forças, certo? Cada um de nós tem suas qualidades e defeitos, e pra que isso? Para um jogo! Um jogo super curioso que todo mundo insiste em jogar, esse jogo se chama Vida. Nós estamos nesse jogo desde que nascemos, e vamos morrer dentro dele, quando ele terminar, morremos, morremos quando a vida acabar. Já jogou algum jogo que seja dessa forma? Você inicia sua vida, constroi sua vida, você tem suas qualidades, seus defeitos, você trabalha em cima disso, suas vulnerabilidades devem ser tratadas com carinho para que você não saia perdendo através delas. Bem, na vida é semelhante, cada um de nós tem seus defeitos, e devem ser tratados com carinho, mas muitas vezes achamos que somos capazes de ser melhores mostrando apenas o que temos de melhor, porém, a gente acaba se ferrando com essa idéia, pois podemos deixar a guarda oferecida, daí, soldados inimigos (no meio deste jogo chamado Vida) irão se aproveitar de teu descuido e aproveitar para atacar exatamente em teu ponto fraco. Sofri com isso, mas dei a volta por cima, tenho exemplos pra contar, mas não vou mencionar, para os que sabem, apenas relato um fato ocorrido na praça 7 com uns "semi-traficantes-mendigos" que me chamaram de X9. Então, de certa forma, nessa ocasião por exemplo, analisei de certa forma meus erros e meus acertos, os acertos somente eu sei, se terceiros fossem analisar minha situação, iriam dizer "você está louco, você esteve completamente errado, como pode achar que teve algo de bom naquilo?". Sim, houve algo de bom naquilo, mas é bem pessoal, só pra resumir, as vezes preciso sair da rotina e mostrar que sou capaz de enfretar certos receios, mas enfim, isso é entre eu e eu mesmo. Agora, minha derrota foi explícita para todos que analisam de fora do meu sentimento, então, pra mim, isto pode ser outra vitória, pois minha qualidade é exatamente analisar para extrair a polpa destas frutas amárgas e me dar as vitaminas necessárias. Em outras palavras, vou analisar o que fiz de errado para corrigir, experiência é a tradução do que me aconteceu, foi o que mais gostei de ter acontecido. No fim, saí com uma derrota visível e uma "medalha" de honra ao mérito "escondida" na blusa molhada da cachaça que jogaram na minha cara.
Agora, pra jogar o foco da minha visão, quero que fique bem claro que a verdade é que neste jogo, a gente ganha e a gente perde diversas vezes, mas sempre tenta vencer, conclusão, não adianta só tentar. O xeque-mate é a nossa morte (pois somos nosso próprio rei). Os maiores vacilões entregam tudo, mas de toda forma, uma hora tudo acaba. Eu não diria que a morte natural seria um xeque-mate, digamos que seria apenas o fim do jogo. O xeque-mate acontece quando deixamos os limites de nossos piores defeitos nos atordoar diante de nossos inimigos e o suicídio é a desistência mesmo. Acontece também de nossas maiores qualidades nos levarem à derrota ou supervalorizarem nossos defeitos, exemplo disso é quando uma qualidade como a coragem nos leva de frente ao perigo e então, nos ferramos. Ou quando nossa confiança não nos limita a parar de fazer algo arriscado, então, nosso fim chega de forma tranquila para violenta (exemplo, drogas). Existem várias formas, diversas qualidades e defeitos.
O grande problema, no meu ponto de vista, é conseguir descobrir quais são os defeitos e as qualidades que temos e ainda aprender a trabalhar elas, pra que haja um equilíbrio entre tudo. O meu exemplo, por exemplo, até agora pelo que percebi, é fluente na qualidade pela forma de analisar as coisas e meu defeito é achar que consigo ser melhor que todos ou conseguir conquistar as coisas na vida apenas dessa forma, mas já vejo que não dá. Não dá pra ser superior a ninguém apenas usando a força de visão, isso tem gerado em mim, na verdade, apenas mais negatividade pra minha vida. Pra isso, em meu caso, preciso parar de achar que posso ser melhor analisando as situações e começar a agir de forma cautelosa. Astúcia é necessária pra saber lidar com as situações. Outro objeto que entra muito em meus defeitos é a falta de coragem, pra ser mais exato, é a forma de saber segurar o nervosismo (medo), se eu conseguir equilibrar isso, terei dado um passo enorme para ganhar diversas batalhas nesse grande jogo. Enfim, todo jogo existe um objetivo, você tem o seu, e com certeza (mesmo que você pense que não), é o mesmo que o meu, não vou dizer que é o de ser feliz, embora poderia ser, mas vejo uma coisa aparentemente mais artificial, no entanto, não vou te falar, pois iria gerar muito pano pra manga. Talvez eu pense numa forma de expor esse meu sentimento outra hora.

Mas então, fica a pergunta! Quais são suas qualidades e seus defeitos? E teu objetivo? Consegue me falar? Caso queira, me procure. - Msn ao lado esquerdo - logo publicarei o número do celular - O.o - Abraços.

domingo, 12 de junho de 2011

Outro texto Cara Abstrato - Outro cara Texto Abstrato


Huashuashuashuashuahsa

OLÁ AMIGO! TUDO BEM CONTIGO?
NÃO SEI! VOCÊ MAL FALA COMIGO!
EU MAL FALO DE NÓS, QUEM SOMOS?
EU, TU, OUTROS, PRA ONDE VAMOS?

Sabe, às vezes me dá uma vontade de olhar nos teus olhos e chingá-lo, não importa quem seja, falo de tu mesmo, leitor. Não estou longe do teu posto, pelo simples motivo de que sou também o protagonista desta idéia, o leitor. Não o narrador que é apenas o coadjuvante mais importante, talvez o único, entendes o que digo?
Droga! Estou à mercê de outro derrame cerebral. Nunca tive um biologicamente, mas tenho vários deste gênero diariamente. Funciona assim: Eu começo a me deparar com uma idéia, e por mais comum que ela seja a outro tema, e começo a embaralhar todos os temas, no fim, chego a um determinante/determinado. Acabei de fazer uma prova da PUC/ Minas, fui mal pra caralho, estou puto de raiva, claro, contra o próprio infeliz que mal estudou, EU.
Não vou fugir do assunto, por favor, imagino que muitos dos poucos que tenham lido, desistirão de ler até o fim, mas é aqui que começa o meu raciocínio. Estou falando de você leitor, o cara do texto abstrato que escreve para "quase ninguém" ler, que faz parte da terceira pessoa que é você, aquele que lê. Veja bem. Eu estou aqui, digitando meu texto, no momento em que tu estiveres lendo, já não mais estarei escrevendo, mas talvez, relendo, pretendendo rever meus conceitos, nem sei quem estarei sendo, como não sei agora.
Tu estás simplesmente a ler meu texto (ou leu outros) pois é meu amigo ou amiga. Gostas da minha pessoa, ou foi um pedido da minha parte e já estejas de saco cheio e talvez queiras fazer outra coisa, talvez não, mas acredito que seja mais provável que teu interesse sejas de encontrar algo mais inútil pra fazer, ou menos útil, talvez o contrário destas duas coisas, vai saber. A verdade é que, isto é bem provável que não esteja dispertando teu interesse, a não ser agora que falei de algo que retrata a realidade momentânea de tua leitura, ou talvez tu não tenhas o que fazer e estejas lendo por ler. Fato é que se tu destes mais valores para o que escrevo, não estarias simplesmente lendo o que pretendo trazer. O coadjuvante toma características, mas ainda é coadjuvante.
Tu gostas do que escrevo? Ah! Então compreendo o motivo do "curtir" no facebook, quando posto lá esta página. Ou compreendo o que tu dizes quando pergunto "você visitou meu blog?" - Daí, vem um mais curioso e pergunta - Uai, por que escreveu um texto assim se nem se quer deixa a opção de postagem no blog de comentários a cerca do texto? - Com base nesta fala imaginária, em verdade, verdade vos digo: - Não tenho a intenção padrão de que digam "legal, está show de bola", sendo que eu poderia ter a idéia real de um sentimento analisando o simples silêncio, que na maioria das vezes me diz "Não estou interessado em ler isto, desculpe-me". Isto finaliza meus ideais.
Caso o protagonista tenha se interessado pelos ideais do pobre coadjuvante, que desde o início foi o criador oculto desta idéia, em outras palavras, caso tu venhas a admirar o que escrevo? Então, amigo, fale comigo a respeito do texto, não a apenas dizer "legal" sem saber a cerca do que.

Sou o narrador coadjuvante que protagonizou um apelo.

Obrigado.

sábado, 28 de maio de 2011

Às Vezes Somos Só mais Um


Metáforas, camuflagens, somos o que queremos ser, escondemos do que temos medo.
Hey! Vejam! Vejam só! Há coisas que não queremos fazer simplesmente por termos outras já agendadas, mas qual é realmente mais importante?

Vejo esse texto como qualquer um, apenas como mais um, está certo que estou meio chapado, meio bêbado, tomei foi 'tipo', 3 latões de Brahma, não estou fazendo propaganda, apenas dizendo a verdade, a de que estou entorpecido. Não deixo de colocar em palta algo que venha a ser um detalhe, como todos os outros que já mencionei, ou como qualquer um que qualquer outro poderia trazer pra você notar, perceber. As necessidades são diversas, os desejos variam da mesma forma, você olha pra você e vê a sua necessidade de falar no facebook, a sua necessidade de falar no seu orkut, a sua necessidade de postar seu video no youtube, a necessidade de ficar popular, a necessidade de se tornar, sei lá, além do que podemos imaginar. Sua necessidade de ensinar, quando você está lá, começa a lecionar, levar seu mundo, seus estudos para seus alunos, aqueles desprovidos de luz, aqueles desprovidos da sua visão, então você pode se tocar ao olhar pra essas palavras - SOU APENAS MAIS UM! - E você se toca de que isso é verdade, se toca desta realidade, ao analisar com coerência essa verdade, mas se não analisou, simplesmente leu e não interpretou, motivo: Ah, desculpe, tenho outras coisas pra notar. - Enfim, não posso saber exatamente qual é a mentalidade do leitor, mas posso me apresentar como você, um leitor qualquer que está apenas a descrever algo que despertou seu interesse de ler até aqui, se é que você entendeu o que eu quis dizer, é simples, sou apenas mais um, igual a você, igual a qualquer um.

Olha pra você, olha pra mim, todos procurando o destino, se está no zero e quer chegar a mil, procurando algo pra ser útil. Quem chorou por mim? Quem é que sorriu? Não sei, mas se eu disse algo que não fez sentido, da minha cara alguém riu, me preocupei com este e pra este me fiz um imbecil. Mas o certo no momento é que estou me preocupando com outro detalhe, aquele de ser apenas mais um, meu texto fez diferença pra você? Minhas observações fizeram sentido em seu modo de ser? Você gosta de navegar pela internet procurando algo inteligente que seja engraçado? Ou algo que seja inteligente independente de ser engraçado e talvez te faça sorridente? Meu texto é minha atitude, assim como eu, apenas mais um, só pra rimar, está ficando quente... Adoro minha mente, mas vou terminar essas palavras dando minha conclusão, não que eu queira ser totalmente coerente, mas seu objetivo em ler meu texto, é o mesmo que o meu, descobrir algo diferente.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Unidos pela Incompreensão


Ora, vejam só! O poeta se despiu para a sociedade cristã;
O poeta mostrou o pinto, o pinto foi o motivo da revolta;
Olha, vejam só! O poeta trouxe uma mensagem e foi vã;
Pois para essa sociedade deveria ser dito de outra forma;

Então, perambulou por meu cérebro um ideal a este fato;
O poeta errou pela nudez ou a sociedade se equivocou de vez?
Eis meu pensamento, como a diferença entre o rato e o gato;
Não se vê a compreensão de um lado a outro, a guerra se fez;

Ele quer mostrar seu fundo, ele quer mostrar seu absurdo;
Eles querem viver seu mundo, querem conquistar o mundo;
Ele não quer saber do que querem, ele ignora este universo;
Eles estão imitando o poeta, ignorando o seu lado inverso;

Mas será que assim como o gato e o rato, existe a necessidade?
Pra sobreviver é necessário se alimentar, o que cristãos comem?
Pra sobreviver é necessário se alimentar, o que poetas comem?
Nem sei, não sou nenhum, só sei que tenho olhos e os vejo bem.

Sou incompreensivo também?