domingo, 22 de abril de 2018

APOCALIPSE!

Então decidi escrever páginas finais desta intencionalidade mal sucedida de reinterpretação dos meus textos.
Por assim haverá de acontecer coisas relativas a esta relação entre 'início e fim' (nesta ordem!).
As pessoas iludidas em face de tudo que tem acontecido nos últimos anos, entre o ano 0 e o atual seja ele qual for (atualmente estamos em 2018) estão seguindo um caminho predeterminado, preestabelecido por um núcleo abençoado e também amaldiçoado por vontade própria. Uma força indescritível de diversos poderes em divisões dentro de si mesma, a única saída será um fim cômico-trágico ou trágico-cômico (não necessariamente nesta ordem). A esta forma apocalíptica de ver o fim

  • Com tantas informações vindas para o ser humano, não será difícil de perceber que o ser humano se perdeu dentro das mesmas informações. O foco dos seus objetivos serão arduamente condenados por suas próprias atitudes, onde que o antigo jargão detetive/policial quando o bandido é pego em flagrante se diz: "Você tem direito de ficar em silêncio e tudo o que disser lhe mal será usado no tribunal". No rumo da civilização o termo individual será "Você tem o direito de ficar em silêncio, pois tudo que fez será usado contra você no tribunal". Isto ainda em vida, porém, a vida dos seus filhos. Aqueles que não possuem filhos passarão a serem mais felizes por sentir que se fosse pra gastar mais dinheiro para entregar um futuro aos netos será totalmente em vão. Assim, o cansaço pela espera na vinda do Messias Verdadeiro, será de extrema impaciência, recheada de incertezas que farão com que cada um tome suas próprias atitudes. Estas atitudes serão obscuras de mais para nossa compreensão. Amor e ódio serão amigos de mortes "civilizadas". A implosão humana será como uma vida de cachaça das bravas. Não haverá paz entre familiares, desconfianças por um péssimo diálogo, onde que o foco é o lucro financeiro, pois este será o reflexo da falta de informação no meio de tantos focos de interpretações espalhados como num quebra cabeças infinito de informações. Assim são as leis humanas, possuem mais de 181 mil leis, fora as tais emendas constitucionais, que pra outros podem ser chamadas de "remendas inconstitucionais". A falta de uma bussola e auto interpretação serão parte essencial dos motivos pelos quais a humanidade obviamente cairá seguindo o rumo que prefere insistir em seguir.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Provável Última Postagem

Provavelmente esta será minha última postagem. Uma vez que aprendi que as palavras nunca dizem nada. Elas não dizem mesmo. As atitudes promovem as palavras e não o contrário, mas isto também depende do tempo em que é dito, pois o tempo também promove virtudes ou intemperanças. De quem isto depende não dá pra ser humanamente conclusivo. Então eu cheguei ao período da minha vida onde que percebi que as palavras não dizem nada. Nada disto aqui serve pra alguma coisa. Sabe a revista Veja? Pois é, tem muita coisa interessante neh? Assim é a vida, feita pra ser vista, mas não lida. Se aquela revista fosse boa, não se chamaria Veja, se chamaria Leia. Pois bem, o lado bom da vida ainda está pra chegar. Eu encerro aqui tudo o que tenho pra falar pois as palavras não servem pra nada, nada mesmo. Daqui pra frente, tanto faz, até porque, daqui pra trás nunca fez diferença também. Nem sempre é assim com todo mundo, mas comigo é assim que será. Grande abraço e um provável adeus.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

O Complexo Sr. Ausente

Foi na pacata cidade de Prados, em Minas Gerais onde tudo começou. Um cachorro híbrido, fruto de um relacionamento complicado entre um lobo guará perdido e uma cadela vira-latas que nasceu Totó. Quem deu esse nome para ele não é tão importante quanto a história dele, afinal de contas, nem seu passado e nem seu futuro fazem parte da história, embora tudo faça parte da própria vida. Totó foi criado por um garoto que, honestamente, não sei o nome, mas um dia ele seria reconhecido por raras pessoas pela alcunha de Sr. Ausente. Totó não é um cachorro, e não é um lobo, ele é os dois ao mesmo tempo, porém, com o passar das experiências ao longo de sua curta vida de 15 anos, se tornou um animal covarde, tão medroso que se assustava com a própria sombra, que se esconde do sol onde ele preferia ficar de olhos bem fechados receptando o calor. Totó chegou a ser atropelado por um carro antigo de 73, um fusca pra ser exato, por esse motivo vivia com receio de andar no meio da rua, sempre andava na calçada, porém, naquela pequenina cidade, poucas ruas tinham calçadas, a maior parte do chão era feio de poeira e estrada. Pura poesia. Sem rimas, mas é sim, pura poesia.
Bom, meu nome é Èmigê, é um nome psicoluso-neobritânico-latinoamericano que me dá liberdade suficiente para ser bullynado na faculdade. Totó é meu amigo, tal como foi, também tal como motivará outros cães a serem parecidos com ele, mesmo sem saber que ele existiu. Agora, preciso comentar um detalhe profundamente complexo: Não sou o Sr. Ausente, sou apenas o narrador dessa história, mas qualquer semelhança é apenas uma fútil coincidência, eu acho.
Totó teve vários amigos-donos. Aqueles que se responsabilizavam por cuidar das suas necessidades básicas a troco da sua presença simpática. Seus dentes eram bem tortinhos, mas isso não tem diferença nenhuma no contexto da história, é só pra encher linguiça mesmo. Aliás, Totó adorava linguiça, mas ninguém nunca escovava seus dentes, o que me fez suspeitar de que ele sofreu muito com dores de dente. Os únicos dentes que sempre foram certinhos eram os caninos. Apesar da boca fedida de carniça, Totó passou por uma experiência que mesmo depois da sua morte, ele continuou existindo. Como se tivesse renascido, tipo uma ave Phoenix, só que não.
Totó aparentava saber que era híbrido. No seu instinto canino, nunca correu atrás de nenhuma cadela. Tão pouco roçava na perna da visita que chegava às vezes na casa de quem o abrigava. Só vou ficar devendo a informação dele ter trepado com alguma loba.
Totó chegou a sofrer violência física quando tinha cerca de 3 anos. Foi maltratado até os 10, quando cheguei na sua vida para não fazer nenhuma diferença a não ser a de não maltratá-lo. Sempre cuidei dele como se fosse meu irmão mais velho. "Nunca" tive irmão mais velho. Bom, vamos direto ao assunto. Totó aparecia uma vez ou outra na minha casa até começar a demonstrar maior afeto. Naqueles dias eu estava ajudando uma nobre garota chamada Simeone, que teve problemas sérios de violência conjugal. Seu namorado era extremamente forte e não havia policiamento ou assistentes sociais para controlar esse tipo de caso. Totó salvou a vida de Simeone, mas sem precisar dar um só ruído de ódio contra o opressor. A única coisa que ele fez foi passear pela rua de terra enquanto que aquele ogro aproximava-se da minha casa onde Simeone estava a me ajudar com a matéria da escola. Aparentou-me fluir um sentimento de informação que dizia que algo de ruim estaria para acontecer.
Quando senti isto, Simeone começou a demonstrar uma inquietação que desconcentrou-a da sua fixação pela matéria que estudávamos. Vi sua mão tremendo e perguntei: - Este seu tremor é porque você está esperando aquele seu namorado grosseiro que te bate quando está embriagado de algum ódio? - Então ela confirmou minha suspeita. Neste momento pressenti que ele se aproximava.
Eu não sabia que ele ainda estava a uns 2 Km de distância, senti como se ele estivesse já a uns 100 metros, bem na esquina, por isto, tentei dar uma palavra de encorajamento para Simeone: - Não vou deixar ele te bater! Olha, vou ser sincero, se eu tiver que brigar com ele, ele pode até me bater, mas eu também vou apanhar! - Simeone riu pela frase sem nexo que eu lhe dissera. Depois da sua risada é que fui entender o que havia dito. Lógico que ri também. Esta risada foi o suficiente para ela se acalmar diante do imprevisível futuro próximo. Acontece é que Totó também estava vindo nesta hora, e sem pensar em absolutamente nada, ele impediu a chegada do grosseiro que já estava apenas a 1 Km de distância apenas cruzando uma esquina rapidamente. O que de fato aconteceu, foi que o agressor havia se esquecido de uma mochila que havia ficado na casa do seu pai, que ficava bem no centro da pequena cidade de Prados, e até chegar lá, eram uns 8 Km de distância. Não entendi bem a circunstância onde Totó fez aquele troglodita um pouco alfabetizado se lembrar da mochila que esquecera na casa do vereador da cidade (seu pai), a única coisa que sei é que isto tardou ele o bastante para que Simeone já não estivesse mais lá na minha casa na hora que ele chegou.
Agora, o leitor há de concordar comigo! O mais estranho não foi este fato, e sim o que me levou a ter noção do que acontecia enquanto eu não estava presente.
A questão é que não era eu, eu sou apenas o narrador da história, mas isto aconteceu comigo exatamente desta maneira, de fato! A profundidade desta questão está na trajetória de um animal híbrido. Esta persona humana não sou eu! Mas não sei como descrever a transposição do Sr. Ausente para o presente da minha vida. Então a maneira mais prática de fazer isto, foi quando percebi que na verdade, este personagem já existia, desde tempos antigos. Muito, muito antigos!! Ele sempre esteve alí, mas ninguém via.
Olá! Leitor! Meu nome é Èmigê, e eu sou a história de um super-herói que necessita de uma história fora de si para existir. Vou continuar relatando mais fatos ocorridos sobre ele, porém, preciso afirmar que esta figura escolheu os caninos para produzir a sua aurora, e em outrora, aparece na forma de um ser humano que não precisa lutar contra seus inimigos. Sua força está na palavra, no silêncio e na sua presença. Apresento-lhe o princípio da história do Sr. Ausente!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A Polícia Militar Brasileira




Segue o link de um noticiário do G1 informando a posição ideológica da ONU (Organização das Nações Unidas)

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/05/paises-da-onu-recomendam-fim-da-policia-militar-no-brasil.html

Isto não é nenhum equívoco, isto é um fato, porém para piorar, estas ocorrências não costumam serem sempre registradas. Afirmo que na corregedoria da polícia militar em geral está repleto de pessoas que não trabalham para o bem da vida, apenas trabalham para defender interesses financeiros. Aqui eles não são heróis tal como o corpo de Bombeiros ou o Samu. Também não vou afirmar que lá dentro tem apenas pessoas más, mas com certeza as boas pessoas (e são muitas) que estão lá dentro, são obrigadas a defenderem os maus elementos da corporação. Por fim, muitos dos antigos bons acabam sendo motivados a serem também hipócritas no meio da sociedade. As burocracias são negadas, suas intenções se tornam particulares e eles acabam se transformando em monstros. Te garanto que a caveira do Bope é a maneira mais fácil de mostrar o amor a vida que eles têm. Não defendem, eles batem, humilham e matam, ocultam cadáveres e isso não fica registrado. A corregedoria não trabalha para corrigir estes indivíduos, e eles são defendidos pela própria corporação. Leis marciais surgem lá dentro e a sociedade ama achar que estão sendo defendidos só por defenderem interesses pessoais contra outros bandidos que assaltam, estupram e matam em nome do poder financeiro. Não! Muitos deles não são diferentes dos mesmos.

Trabalho para a Seds (Secretaria de Estado de Defesa Social) pela MGS, sou digitador, não sou importante no meio da sociedade para a própria sociedade, mas sou importante na minha função e vejo constantemente esta história. Eu mesmo já fui agredido inutilmente por 3 policiais e isto não foi registrado pela corregedoria. Quem os defende também é tão mortal e abusa da sua autoridade. Fazem isto achando que na suas funções são melhores do que os promotores de justiça, juizes das varas em geral, tanto das federais, quanto das criminais e dos Juizados Especiais Criminais. com certeza estes homens da lei humana são mais humildes do que toda a corporação, mas quem deveria fazer isto está defendendo estes demônios.

Deixo aqui a minha indignação e minha revolta contra estes monstros que se disfarçam de anjos para destruir boa parte da vida social através da sua falta de humildade.

Que a PM acabe no Brasil e que seja criada uma nova guarda municipal para realmente defender a vida humana dentro do meu país, e não mais destruírem vidas com desculpas de que estão trabalhando. NÃO ESTÃO!



Solução: Uma nova Guarda Nacional que tenha princípios humanitários juntamente com uma estratégia militar ao nível do exército brasileiro (que sim, é um dos maiores exércitos mundiais - dentro do território nacional), e que possam ter um equilíbrio psicológico que permita a autogestão (ou seja, que a gestão interna seja possível sem interferência de uma vontade da corporação, mas sim segundo a vontade social desprovida de interesses particulares).

domingo, 15 de maio de 2016

Eles não sabem chegar! Pensador... E elas?



Bom... Pela pergunta panorâmica diante da afirmação complexa proposta no título, acho que posso afirmar que aqueles que não as entendem, também são vítimas daquelas que não os sentem!


Acho que a resposta voluntária proposta pelo leitor, seria bem mais sintética do que a minha. Por tanto, não vou pronunciar muitas palavras. Apenas vou agradecer, por mim e meus amigos ignorados por vocês, às únicas garotas que sentiram a fraqueza diante da suas próprias fraquezas. Se acham que não sabemos ir até vocês... é porquê vocês estão esperando de mais nossa atitude, por tanto, estamos satisfeitos e ficar sozinhos, até segunda ordem!

Hey mulher! Faça acontecer! O que você quer?!

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Em Secreto!

Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu.
Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita.
Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á.
Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.
Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras.
Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais.
Mateus 6:1-8

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Na segunda Lei pessoal...

Inicio aqui, no dia 03 de Agosto de 2016, a minha vontade de me ausentar das suas brigas inúteis! Quando eu for visto no meio das guerras, não me confundam com inimigos, porque do contrário, você será punido! Não me confunda como seu rejeitado, porque foi você quem me rejeitou primeiro! Eu fui o primeiro a não ser amado por vocês, policiais, soldados, guardas, majoritários, formados e até os formandos, o abafado bullying de vocês não vai suprir a dor que vocês fizeram, sei disso porque eu pagarei pelos erros de ausência que cometi, mas não vou ser negado por não ter procurado perdão! Então, espero que vocês também não, porque Ele poderá dar vida para vocês, e espero reencontrá-los, bem, bem melhor! É meu desejo oculto para meu Senhor Deus! Não me interessa o número de views, me interessa só que este conto está registrado para o amor que sinto sobre a vida! E a perda de amigos, a perda de pessoas que gostei, ou até descobrir que estes amigos não eram amigos segundo seus corações, eu senti meu coração ardendo de emoções, mas quase sempre me mantive só. Agora inicio a minha segunda lei, partilhada depois de alguns meses a minha primeira ordem pessoal! Este é o princípio de um novo EU e amanhã, por mais que eu repita meus mesmos erros, não serei julgado pela essência da vida, porque Aquele que sabe entender o que é justiça, não injustiçará um vagabundo como eu, apenas vai lhe tirar seu galardão que deveria almejar receber!

Adeus Stefanie... Adeus Natalia... Adeus Amanda... Adeus Patrícia... Adeus amigos homens em geral do tipo o Thiago, Juninho, Juninho, Eliseu e Laércio... Adeus Rute, Adeus Thais... e logo mais, adeus mais um monte de gente!

Sim... a águia em mim sente ódio punk, mas não é burra!



Menino Elias (logo registrarei com minha assinatura vagabundada).

O motivo de Deus não falar mais para a Primeira Pessoa





Hoje, dia 03 de Agosto de 2016, perdi uma pessoa que amava, espero que ela esteja em paz no caminho eterno que solicitou tomar, que ninguém incomode o seu túmulo, amém!





O motivo é simples... comumente a primeira pessoa já se considera saber qual é a verdade.
Que motivo mais a Verdade (Deus) teria para dizer as verdades da vida para um mentiroso?
Nunca poderá ser visto a verdade nesta vida sem antes perceber por meios de sentimentos esta única razão.
Mesmo assim o leitor insistirá em não entender o que estou dizendo... afinal de contas, que valor tem as minhas palavras? Verdadeiramente não sou visto pela sociedade, tão pouco é compreendido o que digo. Minha presença costuma demonstrar-se ser tão importante quanto minhas palavras pífias... ainda sim o leitor não verá sentido em entender o que estou dizendo. Sobretudo insisto em dizer, pois eu sei que há vida depois das palavras, pois elas possuem poder. Lógico que seu poder é proveniente das atitudes (não costumo tê-las mais do que nas palavras) e elas são nulas para a sociedade. Não tive o humor necessário para ser um conquistador desta vida finita, mesmo assim tenho humor para registrar algumas palavras. Estas palavras são escritas para poucas pessoas no meio das poucas pessoas que leem o que escrevo... Creio que isto está registrado mais para pessoas que queriam me ver fluir do que as pessoas que me amaram como minha família. Pouco me importa isto, realmente não estou interessado em sucesso social, mas com certeza estou interessado em registrar alguma coisa para alguém de valor. Como eu já disse, o motivo é simples, chamo Deus de Verdade, e chamo Verdade de Deus, não interessa a ordem, mas interessa a realidade nas entrelinhas destas palavras, e eu estou dizendo que Ele (ou Ela, a Verdade) não está interessado a se apresentar para a primeira pessoa, apenas para a segunda ou terceira, pois ao final, nenhum ser humano vivo é realmente verdadeiro. Todos que tenho visto já se sentem saber qual é a verdade, mas verdadeiramente ela vai se ausentar sempre que possível enquanto acharmos que já sabemos. Isso me fez concluir que a Verdade não vai se apresentar para nós enquanto buscamos nossos próprios interesses. Isso é fazer-se entender o significado de perder para ganhar, também é fazer-se entender o que é morrer para viver, tanto quanto é igual a fazer-se entender que os primeiros serão os últimos... só não é o mesmo que se encontrar. Este é o motivo de várias cabeças baixas, este é o motivo de vários silêncios pelo mundo, este é o motivo da vergonha. É exatamente aí que mora o conflito existencial. Se você não entendeu, então provavelmente você não foi feito pra viver esta pseudo-mentira (vide contradição).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

NÃO MORRA FRUSTRADO! - FAÇA ACONTECER DORMINDO ...relax...

NÃO MORRA FRUSTRADO! NÃO MORRA FRUSTRADO! NÃO MORRA FRUSTRADO!

Quantas vezes mais preciso ler isto para finalmente estar satisfeito com tudo de bom que deixei de fazer para me satisfazer com tudo de bom egocêntrica...mente e a quem realmente me conheceu como humilde amigo sem noção. - "Não Morra Frustrado" é uma apresentação teatral, tal como "Droga de Vida", apresentando por um sucesso mudo nos palcos da vida e degolado pela própria palavra. Quantas vezes mais preciso ler na vida das pessoas ao meu redor o magnífico conceito sobre o "sucesso", JAMAIS MORRA FRUSTRADO JOVEM! FAÇA-SE ACONTECER! - e assim descobri...

"...que a cada semente da sabedoria que foi consumida, é um passo para fora do paraíso."

...

A acho que gente é só uma árvore! Dizem que falam, mas nunca ouvi, falam que nunca ouvem, mas dizendo que não enxergam só porque nunca vêem, mas viram alguma coisa, pois não falam o que viram, pois nada soube só porque nunca se ouviu. - Conclusão, tudo isso nessa vida foi só ilusão, então pronto, cada um teve a sua razão.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Sr. Ausente



Sem dúvidas o sentimento mais profundo de todos nesta vida, vai além do medo da dor, o medo da agonia, pois qualquer medo inclui-se dentro do sentimento de existência. A busca pelo conforto, os desejos sexuais, a aventura de encontrar algo neste mundo mortal, está intimamente interligada a nossa dúvida sobre saber quem somos. A luta insistente em descobrir-se em vida é o que pude ver de cada ser humano, mais uma vez numa madrugada de insônia, que a presença em qualquer lugar nesse planeta é relativa a um tempo exclusivo (fechado em si). Neste mundo finito, não importa onde eu possa estar, eu nunca vou estar lá enquanto não souber para onde devo ir. A ausência da suave voz do Criador da existência, desanima os ânimos de existir a tal ponto que considerar-me ser um zumbi, não é equívoco algum. Por culpa da ciência da disponibilidade à morte em qualquer instante, a vida passa a não valer mais. Nenhum conforto reanima um coração recheado de finais felizes ou infelizes.

Foi quando me perguntei o que Zaratustra encontrou de verdade, eu só pude ver mentiras disfarçadas de verdades temporais. Não me restou nenhum prazer quando percebi que nenhuma figura imaginária se faz solidária para com a nossa dificuldade de compreender o real motivo de suas existências, nenhuma delas, nem Napoleão Bonaparte para os estrategistas conquistadores, nem Thomas Edson, Newton, Descartes, Freuld, Einstein, etc... até mesmo Jesus Cristo, cada qual para seus devidos intérpretes, nenhuma figura do passado restou para proteger suas verdades. Nenhum permanece fisicamente para desfazer as pseudo-verdades que são remanejadas ao longo das gerações.

Por motivo desta análise, o fato incisivo na minha existência, também deteriorou a minha presença. Não sou mais feliz como uma criança, me tornei um adulto triste, que clama em silêncio pela presença de uma força existencial externa que auxilie nas decisões, mas essa força se encontra relativamente desativada. De resto que me sobrou, foi na base da fé na vida após a morte. Do contrário, não importaria onde eu estivesse, eu nunca estaria lá.

Até quando eu manteria a infeliz imaturidade de sonhar em ser lembrado por pessoas que um dia também serão esquecidas ou mal interpretadas? É assim que me torno ausente. Não importa onde eu esteja, nunca estaria lá se não fosse pela fé. Poderia voar em unicórnios, poderia estar no corpo de um centauro, poderia ser uma das estrelas que um dia se apagarão, poderia ser admirado por 40 virgens, mas nada do que eu imagine faz mais sentido enquanto tenho a ciência da morte nas minhas mãos. Agora eu sei que não sou ninguém.

Agora meus olhos estão lacrimejando por não me sentir presente onde quer que eu esteja.
Que o verdadeiro Criador da esperança bendita e agraciada na vida eterna, que vem carregada de uma paz que nesta vida mortal eu não mereço, faça-se misericordioso para com uma miserável criatura a torná-la homem de verdade segundo a Tua vontade.

Só posso concluir com esta questão, e nada mais para nunca mais.
Até quando você gostaria de ser lembrado por pessoas que um dia serão esquecidas? Responda-me, Zaratustra.

sábado, 21 de novembro de 2015

Estou Esperando Maomé



Sou uma montanha. Melhor dizendo, sou uma serra. Não sou enorme, mas sou grande. Não tenho mais pra onde ir. Neste mundo não vou chegar a lugar nenhum. Já estou onde deveria estar.

Veja, três verdades dentro de apenas uma: Admito, eu falo de mais, pratico de menos e o motivo é tão real quanto estas duas primeiras verdades.

Escrevi meu livro, mas não corri atrás de publicá-lo. Tenho minhas músicas, mas não me esforço pra montar a banda que eu tanto queria. Parei de estudar filosofia por conta própria e qualquer outra matéria faz muito tempo. A maior parte do tempo eu fico sozinho em casa e meu motivo é simples. Acontece é que estou esperando. Não estou dizendo que tudo isto é bom, e também não vou dizer que é errado, apenas é isto.

Oras, não é uma lástima que um vendedor se iguale a um comprador na mesma medida que apenas um comprador isolado numa ilha torne-se o fornecedor de suas próprias vendas? Para quem mais iria vender se não para si mesmo? Da mesma forma é irracional que num mundo onde existam procuradores, não existam procurados. Ambos funcionam, porém, a competição torna uns tão menos quanto outros se tornam nada! Isto acontece para que melhor sejam vistos os maiores. A sociedade aplaude de pé a razão, mas não interpreta a magnitude do sistema de maneira a ler as dificuldades dos demais com a essência que se olham no espelho, mas esta virtude não é para a maioria, restando apenas aqueles que buscam existir, a estes, agora, determino suas alcunhas de Maomé's. Assim sendo, afirmo ao leitor que estes não são a minoria.

Veja quantas ironias e sarcasmos rondam as desculpas contidas dentro dos termos "...está sumido...", "...você não aparece a muito tempo..." ou "...e aquele seu projeto?". Complicado mesmo é a reciprocidade na maior parte desdes casos que não retribuo mais o tal gênero destas tais perguntas. Sobretudo eu não tenho mais nada para fazer nesta vida do que esperar pela motivação externa ao meu coração, mas inexistente ela não é, está apenas desativada. E para piorar, a cada ano que se passa, mais decodificado fica esta motivação, dificultando a minha interpretação na integridade existencial.

Não preciso dar maiores explicações, acredito estar bastante claro o que está escrito, não me fazendo sentir obrigação de explicar mais claramente para ninguém! O que preciso provar? Já provei, agora estou aqui, e somente vou sair se a motivação externa surgir como um príncipe que observa o futuro do seu reinado, não como um rei que acredita já ter o poder em suas mãos, pois as ferramentas também morrem. Se não souber como, quando e para quê utilizá-las, nenhuma validade haverá e ela permanecerá estocada no seu recinto aparentemente fútil.
Este sou eu, uma serra.

Obrigado pela leitura.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O Centro do Universo




Agora eu sou isto que tenho sido, mas antes eu não era e depois espero voltar a ser.
Espero pois não sei ser sem Aquele que era antes de mim, e espero também por Aquele que um dia me transformará naquilo em que o desejo da minha razão, não cognitiva à razão humana, clama em ser.

Palavras estas, não trago para uma compreensão comum aos olhos de um leigo leitor que possui seus anseios carnais e mundanos condicionados a um prazer finito em sua própria existência.

Palavras estas, não adentro em sentimentos por um puro ouvido mal apurado de Chopin, Mozart ou Beethoven, e menos ainda por um ouvido apurado de um lixo social denominado punk rock, mas sim por um sentimento de puro desejo de apuração sem especificar qualquer tipo de nome tribal.

Palavras que por si só não dizem nada, mas que si encontram numa dança de acasalamento entre a razão e a emoção de um simples ser.

Venho nas formas destas oscilações verbais, desenhar um símbolo existencial d'onde  aparentemente apenas um único ser pode interpretar, e este ser com certeza agora posso chamá-lo de leitor...

...porém em outras eras que possa interpretar tais palavras a esmo, policia-se o espelho do existencialismo encarnado neste meu mesmo sentimento de angustia da alma e paz de espírito.

Com estas palavras já posso afirmar com forte categoria que sou um dos Centros do Universo.
Nunca que meu umbigo seja a real fonte da Esperança, mas sim que reconheço através da fé buscar Aquele que veio antes de mim, e que sabe interpretar melhor do que eu mesmo o agrupamento desta linguagem outrora brasileira mal contemporizada de aspectos pacientes, na intenção de súplica pela salvação eterna, da paz do Altor da vida verdadeira, que um dia poderá trazer para os fieis de espírito, ainda que a alma se contorça de desesperadas e poderosas angústias mortais.

Desde já, agradeço pela compreensão, em nome da Verdadeira Paz.

Amém!

domingo, 16 de agosto de 2015

E-Mail da Aline! 16º Dia do mês de Agosto de 2015 e a importância de ser amado.


Mesmo com os errinhos de português

Para mim os erros gramaticais fazem parte do seu charme!


"Eu pensei que fosse só mais um namoradinho , que você fosse embora tao rápido quanto chegou que eu no maximo poderia "gostar" de você. Mas estava errada , foi sem esperar pôr nada q você acabou se tornando meu tudo! E pela primeira vez náo sei oq fazer náo sei que palavras usar que rumo seguir só sei que quero estar ao seu lado só sei que você se tornou a melhor parte do meu dia minha felicidade minha paz de espirito . isso deve te assustar ne?! Pra falar verdade me assusta também..  
Desculpa se AA vezes te deixo triste com raiva ... Tbm desculpe  ser infantil e ciumenta as vezes venho tentando mudar isso em mim por você , só peço q tenha paciência pois e a primeira vez q gosto tanto assim de alguém e afinal tudo que eu quero é te fazer feliz ."

Sem medo, eu to contigo bb!

sábado, 1 de agosto de 2015

Tutorial para a Vida Eterna: Um passo-a-passo para a Esperança Verdadeira.


Quando O Verdadeiro te questionar, ninguém duvidará de Quem Ele É! Por tanto, apenas responda suas perguntas, suas respostas virão fácil e totalmente voluntárias!  Nenhuma delas será conflituosa, não existirá contradição na sua voz, provavelmente não será na língua portuguesa, mas isso não posso afirmar. O que posso afirmar é que será na expectativa de quem realmente se sente Bom o bastante para dialogar com tal santidade. Um dia você será questionado sobre a sua existência neste mundo e este questionamento será a senha de entrada para a boa vida eterna. Não vou falar nada ao contrário disto, pois não compete a mim compreender com dignidade as maluquices advindas dos propósitos devaneados das consequências complexadas do submundo almejado pelo desejo sórdido das confusas consequências do desejo irracional dos olhos pelos olhos e os dentes por dentes. Confusos são os olhos que desejam compreender os sorrisos falsos deste mundo na maneira como ele realmente talvez seja. Consequente mesmo é pensar na beleza da sua existência e na minha só tenho um código para vislumbrar a vida, por enquanto o nome dela é Esperança, e logo terei um nome mais adequado, mas por enquanto, deixo este título nas mãos do Verdadeiro conhecedor da existência desta ideologia perfeitamente construída para alívio da nossa alma. Por isto, aos filhos do Bom eu escrevo:
O primeiro passo para a conquista da verdadeira esperança é responder aos questionários oferecidos pelo Bom após a sua morte. Sem sombras de dúvidas a consequência disto será mais prazerosa do que o seu prazer nesta vida momentânea. Quando o Tal te perguntar sobre como você viveu sua vida, responda sem vergonha, sem medo! Nada além disto será feito para denegrir a sua própria imagem. Não conheço de fato quem não responderá corretamente estas palavras e nem me interesso em conhece-las, mas enquanto descrevo este sentimento, me recordo de ainda estar digitando estas palavras numa linguagem pouco compreensível, chamada brasileira, corriqueira, de dias paralelos e perspectivas momentâneas, mas a essência delas é tão profunda quanto os conceitos bíblicos contidos em qualquer tutorial de uma existência humana, não interessando a língua ou a cultura. A única dependência de interpretação provém do interprete, portanto não é portável interpretações alheias no ato do questionamento. Descrevo com o formato destas palavras pois não é de simples acesso o entendimento dos meus sentimentos, mas também não é tão complexo para quem de fato se interessa, sobretudo o interesse é particular, não havendo retorno para mim algum tipo de reconhecimento para com minhas observações, tanto de forma positiva quanto de forma negativa. Não me interessa uma resposta, eu já estou oferecendo a síntese dela no contexto profundo do nosso coração social e individual. Como falei, a receptação e assimilação da informação é do interprete.
Segundo passo é ter ciência de que as perguntas que serão feitas, nenhuma será para denegrir sua própria imagem. As perguntas d’O Advogado, serão as mesmas d’O Juiz, e as respostas do réu serão as mesmas que O Advogado almeja. Uma trindade de informações selando a sua existência serão determinadas segundo o seu próprio enredo. Por tanto, não há o que temer diante das perguntas, o que haveria para se temer é agora, diante da sua história. Não será feito um teste prévio com Este Advogado, sendo assim, afirmo que será um momento único, culminando no desejo da trindade, entre Pai, Filho e Espírito Santo, apenas através de um das partes poderá se obter acesso ao conteúdo completo, fora isto, as informações ainda são incompletas, mas não errôneas.
Nos meus sentimentos correm um desejo inquestionável a ser interpretada em qualquer língua, por qualquer cidadão humano, não importando sua loucura, a minha sanidade percorre na Esperança de reexistir, reconhecendo desta forma a beleza de existir, e ignorando os pesares das cruzes vitais que me assombram dia e noite em forma de medos cotidianos, como exemplo de doenças, inimigos que desconheço, indecisões sobre decisões e logo sendo todas as informações das quais eu nunca deveria ter tido conhecimento, me alimento da culpa que formata um fruto negativo apesar deste único desejado, chamado fruto positivo. É para Ele que aponto a flecha da minha esperança, na expectativa de ser reconhecido apenas por Quem necessita de reconhecimento. Fora Dele qualquer um que compreender estas minhas palavras de forma confusa, não faz parte deste meu sentimento agudo. – No mais, lhes desejo uma boa reflexão, recomendando a releitura deste texto por incontáveis vezes até a compreensão absoluta deste sentimento, sendo este o texto mais importante da minha vida, afirmo estas palavras acima sobre meu nome reconhecido apenas por Quem reconhece meus verdadeiros sentimentos. Amém!



Elias Jorge Medeiros Gomes, Belo Horizonte, 28 de Julho de 2015.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Prostitutas - Minhas Irmãs - Meu Incesto Cristão

Sei que meu blog não tem prestígio. Ninguém nunca quis me dar algum tipo de reconhecimento subjetivamente verdadeiro, mas não preciso deles, no entanto eu tenho vontade que entendam que nunca estive aqui por mal, tal como nunca estiveram a ler nada por mal, mas se em determinado momento perderam o interesse em fazer leituras, não foi por falta do que fazer! Com certeza o leitor tem muito mais pra fazer do que cansar seus preciosos neurônios lendo um tanto de reflexões ao vento. Porém, mesmo que de modo quase oculto, venho a público registrar sentimentos dos quais acredito que muitos teriam conectividade, mas acho que isto não vai acontecer. Neste texto quero registrar o meu apreço pelas prostitutas, informando que mesmo distante, mesmo não indo visitá-las sempre, tenho um enorme amor por cada um de vocês! Perdi minha virgindade com uma prostituta aos 17 anos por 5 reais. Não sei se está viva ou no mínimo seu nome, só sei que hoje tenho 28 anos e agradeço a ela desde então.
O termo incesto não é para falar da minha irmã biológica, este termo é para falar de um amor incompreensível para nós humanos, que atualmente, exatamente no meio do ano de 2015, violentamente e sexualmente adentramos num curso de intolerância que tem gerado uma guerra civil complexa. Não estou aqui para falar bem ou mal desta guerra, se isto tem acontecido é por uma consequência abstrata, mas eu estou aqui é para deixar registrado que para cada uma das prostitutas, que já deixaram de lado o seu mundo hipócrita de 'amores inventados' (Cazuza), que elas possuem mais dignidade do que as pessoas que forjam sentimentos com a finalidade financeira para obter seus desejos. Tais pessoas em comparação culpam demais a sociedade e não reparam nunca que elas mesmas, não importando seu status social, são réus da corporação civil teísta ou ateísta. É uma hipocrisia generalizada que não corresponde ao parâmetro da realidade humana, pois se o termo bipolaridade designa polos extremos, neste contexto não seria uma doença pensar que uns fazem e outros não, o certo seria uns fazem tanto quanto outros também.
Ao meu sentir, vejo que o Espírito Santo de Deus tem dito no meu cérebro (que é mais intrigante do que o coração) uma mensagem que a maior parte dos cristãos brasileiros têm permitido passar despercebido. O amor não está num contexto, o amor está num sentimento e ele é indescritível, mas há sempre uma maneira de ser prescrita, e este diagnóstico é feito a partir de três lógicas que não se devem fazer: Roubar... Matar... Destruir... - Partindo deste princípio de não ser feito, você está num caminho cognitivo menos complexo. Pensem bem, estou escrevendo este texto principalmente para os cristãos, vocês não estão com a razão quando rejeitam alguém, pois o primeiro homem próximo da morte a conquistar a sua vida no paraíso foi um ladrão, tal como também um ladrão foi o primeiro a não saber que perdeu a sua maior dignidade que denomino de ESPERANÇA! Então... Sejamos como Judas para negar o amor em algum momento, mas sejamos como Jesus para aceitar incondicionalmente qualquer ser humano que aceita o verdadeiro amor.
Agora inicio meu texto, que provavelmente será menor do que esta introdução. As mulheres não sabem se interpretar, é assim que tenho visto na prática, mais do que na teoria que elas procuram firmar, e eu as amo, amo muito, quero que elas sejam como Deus, mas elas são como nós homens, principalmente como nós heterossexuais, são cheias de falhas. De coração, se vocês querem chegar a algum lugar, então espero que vocês entendam quem as mulheres do topo da piramide estão fazendo diariamente a sua cabeça através das complexas amizades, por meio das faculdades, através das propagandas de internet, ainda das propagandas da televisão, ainda das propagandas em rádio, nas modas de buteco e nas diferenças de trabalho, são as melhores que são sempre as ditadoras. São as mulheres que em algumas vezes vocês acham que não estão invejando, mas elas estão sempre ali, acima de você! Estas estão ajudando a construir uma piramide da qual a ignorância não permite que você veja o quão hipócrita você pode estar sendo. Do contrário, aceite que você busca os prazeres dados pelos benefícios financeiros mais do que um monte de heterossexuais por aí que são tratados como lixo apenas por estar NÃO competindo para ter um grande amor.

Se você entendeu, obrigado, se você não entendeu, faço um desafio a falar comigo em particular sobre este texto. Vou ter um prazer de tomar uma cerveja enquanto conversamos. No mais, que Jesus te abençoe na vida após a morte.

domingo, 26 de abril de 2015

A Falta do que Fazer


Tenho tentado transmitir uma mensagem para as pessoas de uma forma maluca. Andei observando algumas coisas e uma das coisas básicas mais intrigantes que existem na vida de qualquer ser humano, é a luta contra o tédio.
Para me aproximar do real, pensei que a raiz, sendo o princípio de existência após a semente plantada no mundo, a vida e a morte são temas inquestionáveis e a base desta vida possui a sua natureza despida das informações modeladas que propomos neste pequeno planeta terra.
Ao observar pessoas simples que se satisfazem com tão pouco, tive uma nítida sensação de que a capacidade de se prender a algo nesta vida é tão absurda quanto construir um castelo de areia que dura um determinado tempo e a esta determinação também passo a propor mais ênfase para sua existência, que também eu poderia resumir como sendo a falta do que fazer.

O tédio é um sentimento fraco se for determinado por um tempo previsto para seu término, mas quando você não sabe a hora que tudo isto irá terminar, automaticamente o ser humano se propõe a montar elementos existentes aos montes no planeta terra e assim é criado diversos mundos, cada qual com a sua razão. No entanto eu tenho uma questão a este respeito. Se de fato a luta contra o tédio fosse o caminho mais exato para a realidade da vida proposta pela própria existência, então por que destruímos com frequência os castelos de areia que criamos juntos? É como o cachorro que corre atrás do rabo e fica lá, dando voltas e voltas procurando o próprio traseiro, sabe de uma coisa? Acho que é uma pulga.

Já ouviu falar do circo das pulgas? Ouvi falar de alguém que tentou uma certa vez construir um circo de pulgas, educando elas para pular no tempo determinado. Já vi o vídeo de uma pomba tocando piano para ter sua comida. Talvez sejam assuntos cansativos para quem faz ou fez psicologia e estudou sobre o Behaviorismo, métodos de controle psicológico, tudo isto baseando em princípios registrados no histórico das experiências. Sei lá cara, parece falta do que fazer.

Jogadores de futebol ganham uma fortuna para fazerem uma apresentação para milhares de pessoas que falam mal da hipocrisia, falam que é você quem deve tomar postura, e são exatamente as mesmas pessoas que não se lembram de quando ofendem ou rejeitam, mas sempre cobram postura dos outros (infelizmente uma delas sou eu), inclusive dos jogadores que costumam ganhar muito mais valor financeiro para perder um jogo dentro de casa igual o Cruzeiro chegou a fazer esses dias. Dá muita raiva vei, eu sei que você sabe que dá raiva! Mas sabe de uma coisa? Isso tudo é falta do que fazer.

Sabe pra que estou digitando? Para ter o que fazer. Para que ganhar dinheiro? Para ter o que fazer. Seu corpo coordena seus dias de luta contra o tédio e ele vai continuar ali, em algum lugar. A arte faz a sua parte, chega uma hora que alguém em algum lugar se cansa. Ajudar o próximo é bom quando você consegue fazer alguém feliz por mais um espaço de tempo, mas depois acaba e o ciclo é sempre esse.

Agora vejo que ele, o tédio, sempre esteve desde o início criando histórias e mais histórias e acabou que tudo perdeu seu sentido natural, apenas por ter morrido antes da hora dentro da consciência complexada pelo subconsciente, e então me restou essa resposta que concluí com uma fuga da conclusão natural e tediosa à cerca de um texto feito por se fazer. A falta do que fazer foi superada, foi vencida através da única verdade que vai ficar até mesmo além da ciência, que é a fé para alimentar a esperança em algo melhor do que o cansaço.

A ciência morre com o ser humano, a fé alimenta a esperança, mas fé que não alimenta a esperança é como a ciência feita por se fazer, do tipo, inútil. Digno de gente que não tem mais o que fazer.

domingo, 8 de março de 2015

A Esperança do Menino Elias

...e dáli existência.



Tenho tido uma preguiça enorme, já faz tempos que não tenho visto graça nas pessoas, digo isto de modo geral mesmo, incluindo você que está lendo. Eu estou cansado de só falar de coisas fúteis. Tenho uma força particular indescritível que clama por existir. Aí então vem uma galera se opondo e diz: Mano... para de viagem, cê ta é viajando, se olha no espelho e você já vai se ver existindo e para de encher o saco. - E aí o assunto vira para o meu lado esperando uma resposta, e eu respondo apenas em pensamentos: Não cara, eu não existo, eu nasci do pó, vou voltar para o pó, você e eu somos só um monte de nada.

O fato de eu não dizer, mas pensar já me fez existir, porém eu não estou existindo com coerência diante do que me foi dito, apenas diante do que sinto. O que sinto me foi dado sob uma nova perspectiva de vida, diferente da maioria das pessoas, cheio de deficiências bizarras, nojentas, machistas (não mais), desorganizadas e desatentas, até dislexias, que não escuta corretamente as pessoas ao redor, ou talvez apenas um cara que maximiza estes sentimentos para que possa se ver melhor, se sentir melhor, se tocar melhor, degustar melhor, assim eu sou melhor.

Estou reprogramando meu cérebro para se encontrar com o conceito de esperança. Sou apenas um menino nesta ideia, só um menino. Preciso alimentar meu cérebro com esta ordem. A partir desta iniciativa, posso abrir caminhos para qualquer assunto. Vejamos:

Futebol:
Meu time neste momento está perdendo para o Atlético Mineiro. Está perdendo de 1 x 0. Neste caso, não guardo esperanças verdadeiras de que vamos ganhar, principalmente se fosse eu que estivesse lá jogando (a menos que eu jogasse pelo Galo, assim eu perderia com tanta alegria =). Neste caso eu não tenho esperanças, mas tenho um desejo absurdo de que o Cruzeiro vire essa bagaça, mas não posso evitar o pior se tiver que acontecer, ou seja, o resultado disso é frustração.

Repare que o futebol não me dá nada desta esperança real, mas essa pseudo-esperança me oferece a motivação, estou motivado a ver o Cruzeiro virar, tanto é que bem neste momento que estou digitando o Cruzeiro empatou. Leandro Damião empatou, ainda bem que eu não estava lá para ajudar, afinal, sou bom em ser perna de pau (algumas meninas sabem do que to falando).
Estou falando de futebol enquanto estou nascendo, mas preciso afirmar isto para qualquer ser humano saber um pouco sobre mim. Qualquer assunto numa mesa de bar fica legal se você falar de coisas que direcionem para a verdade, mesmo que ela passe por uma espécie de ilusão. Para passar pela barreira da ilusão, você precisa automaticamente de entrar nos arquivos do mundo imaginário, é lá que ocorrem as avalanches de ideias, também conhecidas como Brainstorming. Quem negar que este mundo existe, negará sua própria existência. Por tanto, acessando este meu arquivo, não vi na vida nada mais interessante do que pensar sobre minha existência. O núcleo mais intenso da minha vida foi o conceito de esperança, pois é nela que passei a existir desde que fiz meu pedido para a sorte do mundo de voltar à vida após a minha morte. Este pedido não está direcionado aos médicos, não está direcionado aos pastores, ou políticos, diretores, professores, seja lá quem for, este pedido não é para o ser humano, estou clamando por Ele dentro de mim, não tenho mais pra onde ir se não para uma implosão? E dela tenho a esperança de ser resgatado com vida, por alguém que me ama, que me quer, assim como eu faria pelas pessoas se pudesse, mas infelizmente eu não posso salvar ninguém, não posso impedir que as pessoas morram, então só posso escolher o meu próprio caminho, se quiser acreditar no que digo, então lembre-se sempre disto: Esperança.


Obrigado.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Livro - Vomitando Gritos de Silêncio



Hoje, dia 06 de dezembro de 2014, faltam dois dias para completar 1 mês que voltei a conversar normalmente, mas até agora eu não tive a capacidade de entender o que de fato significa a pergunta das pessoas quando  me questionam algo do tipo "...e o que você aprendeu com isso?" (em referência ao meu ato estranho de autoanulação) - Não compreendo bem a pergunta, pois só a própria pessoa sentindo na própria pele poderia entender o que eu quis dizer com meu silêncio. É algo particular, é subjetivo, mas claro que dá pra se ter alguma noção de modo coletivo. Não nego as minhas necessidades, mas o entendimento delas (minhas necessidades) não é compreendido facilmente, se em primeiro lugar a própria pessoa não olhar pra dentro de si. Caso tente ao menos se colocar no meu lugar, aí sim esse tipo de pergunta poderia ser respondida. Ainda não estou apto para conversar normalmente da maneira que eu queria. Acredito que eu deveria ter ficado mais tempo em silêncio, no entanto já foi o suficiente pra me deixar à beira da loucura, então já estou satisfeito com a profundidade da qual me entreguei.

Terminei algumas escritas que descrevem um pouco da minha necessidade em geral. Claro que pelo fato de este voto de silêncio ter sido abortado no meio do caminho pelo meu receio da loucura, não me permitiu concluir de maneira tão bem nítida, no entanto eu poderia dizer que o livro está de certa forma vomitado! Por isto resolvi alterar o título destes registros, passando de "Apenas uma Experiência de Vida" para "Vomitando Gritos de Silêncio.

Não posso aceitar a minha vida ser conduzida pela voz ilusória das pessoas, que sempre me conduzem para um percurso cego de desejos que sempre acabam. Se é para buscar tais ilusões, então o faço sozinho. Talvez meu maior problema seja o ódio que sinto de ser conduzido pelas pessoas e acabo que por fim não tenho autonomia para escolher meu próprio caminho. Por tanto, agora começo a saber exatamente onde estou, não estando mais sendo conduzido, e sim conduzindo a minha própria decisão. Cansei deste pântano urbanizado de decisões por modelo social, isto pra mim é falta de personalidade e graças a Jesus e Nietzsche agora estou encaixando minhas próprias peças e não apenas aceitando construções cognitivas advindas de pessoas que sempre fazem mais do mesmo. O meu mais do mesmo não foi comprado, foi projetado por minha própria análise e assim posso me chamar do que eu quiser, aceite como certo ou errado quem quiser.

Caso ninguém mais aceite esta minha escolha como algo realmente aceitável por ser particular, então satisfaça-se com as suas próprias escolhas modistas ou não, minha moda não está tão na moda assim, por isto minha escolha tem mais personalidade do que a maioria.

No início eu não tinha esta decisão de vender meus livros, eu tinha apenas a finalidade de registrar minha história para o futuro, sobre tudo agora sinto vontade de comungar de uma maneira muito compreensiva, que é o lucro financeiro. Eu não tinha esta finalidade e nem pretendo lucrar muito, mas apenas para não me julgarem de maneira negativa pelo fato de isto não ter dado absolutamente nenhum proveito. Visto que neste caso farei isto apenas para mostrar que posso ter algum lucro, mas não, realmente não é o meu objetivo, uma vez que não acredito que será um número de vendas acima de uma expectativa social visível.

Caso alguém goste e tenha interesse de me ajudar nas vendas, o lucro das vendas destes exemplares serão exclusivos da pessoa que os vender, como se fossem balinhas no ônibus, ou revistinhas em quadrinhos no semáforo, ou então como poemas vendidos nas praças por poetas de rua. Por tanto, a pessoa que fizer a leitura, achar interessante fará tal venda por conta própria, eu apenas darei alguns exemplares e assim, caso dê certo, veremos no futuro como resolvemos a questão de comprar novos exemplares numa revenda que não me seja tão prejudicial financeiramente. No entanto, primeiro discuta comigo as coisas que mais achar interessante sobre a leitura destes registros e critique positivamente as coisas que não gostar para que possamos avaliar a construção desta obra, que por sinal não está grande, porém pode ser mesmo mal interpretado caso a pessoa não tenha uma crítica construtiva. Caso o leitor tenha uma visão destrutiva, não ajudará a melhorar, apenas fará o que o mal pretende fazer, que é roubar, matar e DESTRUIR.

Críticas negativas podem estragar qualquer ser vulnerável, mas depois deste silêncio, tenho certeza de que a minha vulnerabilidade já me permitiu a construção de uma armadura que me permite falar com qualquer acadêmico pós doutorado ou seja lá quem acham que são. Esta é minha formação, uma formação criada a partir da construção de quem pode ajudar, e não de pessoas que tentam denegrir a imagem dos demais.

A obra não está voltada para a destruição das cadeias, criando a liberdade destrutiva feita pelas invejas alheias. Podem dizer o que quiser, assim como a minha liberdade de expressão, por isto espero que tenham uma boa interpretação da leitura para evitarmos de que seja necessário uma explicação mais detalhada, isto geraria uma árdua compreensão e eu não fiz silêncio para ficar falando de mais, por tanto, espero que a compreensão seja feita de maneira natural. Agora, caso isto fique difícil dentro da interpretação de algum leitor, tentarei clarear da maneira que eu conseguir, mas não me obriguem a ir além das minhas capacidades, lembrem-se de que preciso de ajuda para construção de ideias, pois não sou acadêmico, mas já vi que posso explicar de uma maneira que poderá ser compreendida pelos bons.

Desde já, agradeço a compreensão, ainda que o leitor não tenha chegado até esta parte da leitura com uma visão mais panorâmica.

domingo, 19 de outubro de 2014

Processo de Silêncio

Estou passando por uma experiência diferente. Não converso com absolutamente ninguém por um tipo de voto de silêncio. Raras vezes eu falo alguma coisa. Me dou a liberdade de cantar. Meu objetivo é aprender a ouvir melhor sem ficar dando palpites, falando de mim mesmo, ou falando bem ou mal da vida dos outros, enfim, sem falar nada. Isto ajuda a valorizar o diálogo, pois quando eu falo, as pessoas param pra ouvir, já que só vou falar quando for algo que considerarei especial em concordância com mais alguém.
Tenho tido profundo tédio dos assuntos mais comuns que as pessoas costumam falar. Estou em silêncio desta maneira desde o dia 14 de setembro (deste ano) e quero ver até onde suporto. Muitos me perguntam se eu trabalho, então já vou dizer que trabalho na MGS (tipo um servidor público), como digitador num centro de prevenção à criminalidade e lá também não converso com ninguém. Não é obrigação da minha função ficar conversando na hora do trabalho. Algumas vezes converso em casa com meus pais, mas nem eles sabem a hora que eu vou falar, há momentos que fico mudo perto de alguma pergunta. Espero que entenda esta minha atitude, e mesmo que talvez você não concorde com ela, deixo claro que tem sido a melhor experiência da minha vida.

sábado, 20 de setembro de 2014

Experiência Particular


Ola! Meu nome é Elias Jorge e utilizo um apelido que manipulo para designar a minha intenção de vida. Assim como todo ser humano um dia passa por um período de auto reconhecimento, estou passando por uma fase de definição dos meus caminhos na vida e me orgulho muito de estar tendo sucesso com uma personalidade não tão semelhante à maioria das pessoas. Componho algumas canções simples baseadas na política de liberdade, igualdade e fraternidade que me ajudam a interpretar a vida da maneira como ela é. A alcunha que utilizo é Menino Elias pelo motivo de que observo nas crianças uma natureza pura que me fascina. No entanto, não sou mais, de fato, uma criança pelas experiências ao longo da vida (não apenas pela idade), logo me vejo com a necessidade de encontrar respostas para perguntas das quais nem títulos acadêmicos souberam responder, patrões com suas propostas trabalhistas não souberam, meus próprios pais não souberam, líderes religiosos ou líderes em geral não souberam ainda responder a estas perguntas, a única coisa que eles sabem dizer é que quem faz o meu destino sou eu mesmo. Então resolvi sozinho encontrá-las e tenho me saído bem diante destas questões, mas ainda não é o suficiente porque não posso transmitir estas respostas para mais pessoas pois eu não estou satisfeito com as informações que fogem dos padrões céticos da filosofia científica. Por tanto, deixo explícito a minha satisfação para com a própria ciência em relação às respostas, mas deixo também a minha admiração para com as perguntas ainda não respondidas das quais encontro nas filosofias religiosas. Este é o motor propulsor que me ajudará na atitude de silenciar-me diante das pessoas.
                Tenho um motivo real para ficar em silêncio e infelizmente, para quem discorda, não há possibilidades de me fazer mudar de ideia a menos que o próprio Deus criador da vida me diga diretamente que isto não é uma atitude aconselhável. Este texto eu estou criando com a finalidade de deixar explicado em resumo minhas razões para esta ação de silenciar-me diante das diversas situações do dia-dia. Estou programando esta atitude há alguns meses e eu não iniciei ela a partir do exemplo de outras pessoas, ainda não conheci ninguém que tivesse feito isto, mas imagino facilmente que muitas pessoas já devam tê-la praticado com seus motivos particulares. Cheguei a falar muito sobre o termo "Voto de Silêncio", e agora estou deixando claro que o objetivo não é apenas me calar em vão.
                Hão inúmeras razões para esta prática, mas deixarei exposta apenas algumas simplificações. A primeira razão está na prática de ouvir. Reparo que toda vez que escutamos algumas determinadas coisas, não conseguimos nos calar e então abrimos a boca para a oposição, pois bem, a minha necessidade de aprender a ouvir é maior do que a minha necessidade de falar, tendo visto que eu já passei por situações das quais fiquei profundamente constrangido por falar o que não havia necessidade de falar, porém no ato do acontecimento eu não soube interpretar o peso destas palavras, então percebi que há momentos que é melhor ficar calado, mas o problema não está exatamente no erro e sim na interpretação do erro. Errar é humano, no entanto observar o erro é uma prática humanitária. Ver que posso corrigir meus atos para uma finalidade, é uma prática pensada e não apenas emotiva. Controlar as emoções é uma prática racional e a esta ação caracterizei como sendo importante. Na política social, as pessoas agem da mesma maneira. Não é diferente que enxergo os processos de socialização, para entrar no jogo social é necessário participar da pirâmide do status, do contrário suas atitudes não serão consideradas atraentes. A necessidade de impressionar, cativar, conquistar, persuadir, controlar, induzir e outras na mesma bagagem são praticadas por pessoas que buscam o controle social dentro do seu status. O governador procura o seu poder não apenas para o fim da paz social, mas em primeiro lugar para a sua própria felicidade. Como ele poderia ter tal atitude se ele não buscasse a felicidade? Então concluí que o problema da política social é exatamente a falta de comunicação, onde um não se coloca no lugar do outro. Veja o exemplo da mídia até então convencional, há sempre um monólogo e não um diálogo. A nova mídia, tal como a internet, tem sido o veículo de luta entre o diálogo contra o monólogo. Onde o ouvinte pode ser o falante e vice-versa. Entretanto a minha proposta de silenciar é proveniente de algo ainda mais profundo. Não é apenas para a minha própria felicidade, é para que eu possa aprender com os outros a ouvir ao invés de tentar impor meus sentimentos tal como fazem nos monólogos dos políticos (por exemplo). Um ato pensado de valorização à fala. Um outro motivo é exatamente este, a valorização da fala. Quanto menos se fala, mais se pode esperar das palavras quando elas vierem à surgir. Meu interesse não é de conquistar pelas palavras bonitas, mas de transmitir a mensagem necessária quando for necessário, e mesmo que hajam erros, não haverá cobranças pois já é notável que o silêncio destacou a importância de cada pergunta selecionada pelo questionador.
                Outro motivo profundo é o motivo religioso, onde que estes motivos que eu informei anteriormente são mais compreensíveis do que este. Eu ouso dizer que este é o motivo chave que fechou as portas da minha boca para não misturar mais tanta informação. Mas fato é que antes de iniciar este processo de silêncio, irei fazer uma oração a Deus deixando em suas mãos a minha atitude para que ela seja abençoada pela própria natureza de ser. Não estou falando de Deus como se falam os religiosos, estou falando da vida em si, aquela que a própria ciência reconhece e a esta peço liberdade para ser quem eu quero ser diante da minha existência. Visto que a minha função trabalhista não interfere nesta minha prática, pois apenas sou um humilde digitador, não tenho a necessidade de falar demasiadamente em meu trabalho, por tanto isto está ao meu alcance.
                Estou deixando este texto com a gestão da CEAPA, onde presto meus serviços, e também andarei por onde eu for com algumas pequenas tiras de papeis informando o motivo de eu não me comunicar. Haverão três ocasiões especiais que me farão falar durante este tempo de silêncio: para o caso extremo de vida ou morte; não quero ser uma ilha isolada, por tanto preciso estar perto das pessoas mesmo estando em silêncio para ouvir o diálogo entre elas ou até mesmo comigo, por tanto vou enviar informações pela internet convidando para sairmos, irmos ao cinema, ou teatro, ou ir em qualquer passeio por hobbie, mas apenas o convite e a estas pessoas eu já vou deixar este texto para que saibam dos meus motivos; e o terceiro caso é para o caso de cantar alguma música, continuarei cantando algumas canções, mas apenas durante a música. Este voto de silêncio não tem um tempo determinado para terminar, por tanto, a qualquer momento posso voltar a falar, não vou estabelecer um prazo, podem ser poucos dias, podem ser algumas semanas, ou meses, ou pode até mesmo chegar a anos, tudo dependerá das experiências que vou ter durante esse tempo de silêncio. Com certeza um dia no futuro, caso eu esteja com meus filhos e quem sabe algum neto, eu possa contar sobre esta história de vida que me proporcionou uma experiência bastante diferente e que com certeza me alegrou e também me constrangeu dentro de alguns pontos de vista.
                Agradeço a compreensão e principalmente agradeço com antecedência pelo respeito à minha atitude. Recebi muitas críticas negativas e positivas sobre esta atitude, mas a todas elas eu agradeço porque, sendo negativa ou não, todas são construtivas e com certeza tenho refletido sobre todas estas respostas com muita gratidão. Agradeço muito a todos pelo carinho e voltamos a nos falar em breve.

Obrigado.

Menino Elias